Apresentando a artesã, a Natureza.
Todo empezó dando color a paisajes de Brasil. Ahora le toca a la Argentina. Elena Soboleff Paisajismo :: Soluciones a medida para cualquier medida ::
domingo, 2 de agosto de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Latas
Já não lembro de onde tirei a idéia, pode ter sido do Cheiro de Mato (procurei e não achei mais...). Um dos meus aniversários compartido com tantas amigas capricornianas foi decorado com várias delas, que depois ficaram de presente para o dono da casa. Agora resolvi fazer de novo para dar de presente. E essas ficaram bem melhores que as anteriores, porque usei uma ferramenta adequada em vez de pregos (que sempre serão curtos demais e muito propícios a marteladas nos dedos).
Para fazer, lave as latas, encha de água, leve ao congelador, prepare o desenho desejado num papel do tamanho certo (usei o próprio rótulo das latas). Quando a água tiver congelado, fixe o desenho e vá fazendo pequenos furinhos com a ferramenta (chama-se punção? é uma ponta tipo prego com um cabo de madeira) e o martelo até completar o desenho. Faça mais dois furos perto da borda, um de cada lado, para prender a alça feita de arame.
Dicas:
* deixe ao menos um ou dois centímetros embaixo para poder fixar a vela e evitar que vaze cera quando ela estiver no fim. Fixei as velas como fazemos normalmente quando acaba a luz e pegamos um pires assim meio às pressas, gotejando parafina e colando a vela em cima. Depois acrescentei sal grosso para ajudar a segurar e pelos seus significados de limpeza e purificação que acho que tem tudo que ver. Poderia ter sido areia.
* a alça tem que ser comprida, porque a chama da vela esquenta bastante e não queremos provocar um incêndio, certo? Principalmente se formos pendurar a lata.
* velas sempre precisam de supervisão ;-)
Para fazer, lave as latas, encha de água, leve ao congelador, prepare o desenho desejado num papel do tamanho certo (usei o próprio rótulo das latas). Quando a água tiver congelado, fixe o desenho e vá fazendo pequenos furinhos com a ferramenta (chama-se punção? é uma ponta tipo prego com um cabo de madeira) e o martelo até completar o desenho. Faça mais dois furos perto da borda, um de cada lado, para prender a alça feita de arame.
Dicas:
* deixe ao menos um ou dois centímetros embaixo para poder fixar a vela e evitar que vaze cera quando ela estiver no fim. Fixei as velas como fazemos normalmente quando acaba a luz e pegamos um pires assim meio às pressas, gotejando parafina e colando a vela em cima. Depois acrescentei sal grosso para ajudar a segurar e pelos seus significados de limpeza e purificação que acho que tem tudo que ver. Poderia ter sido areia.
* a alça tem que ser comprida, porque a chama da vela esquenta bastante e não queremos provocar um incêndio, certo? Principalmente se formos pendurar a lata.
* velas sempre precisam de supervisão ;-)
Clique nas imagens para ampliar
segunda-feira, 20 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Revista El Jardín en la Argentina
Ela também é conhecida como Revista Jardín, mas o nome de RG é esse do título, porque há uma homônima publicada na Espanha.
Demorei para me acostumar com ela, o jeitão editorial é bem diferente da Natureza. Não colocam os numerinhos identificando as plantas, não publicam projetos em detalhes, possuem um jeitão mais europeu de ser nas colunas e seções. E ela sai bimestralmente, por época do ano. Em junho saiu a de inverno e no mês que vem teremos o anuário para em outubro chegar a de primavera.
Cada edição vem acompanhada de uma segunda revista sobre um tema específico. A última fala sobre cores e seu uso nos jardins. Cores de plantas, cores de móveis, de paredes, de decorações. Bem legal. Esse ano saiu uma sobre o uso de madeira no paisagismo - gostei muito.
Ai, nos meses em que não tem 'revista', tem edição especial. Sobre jardins pequenos, sobre cáctus, sobre arbustos. Ontem comprei a edição especial do momento, sobre jardinagem orgânica, um assunto que junto com a horta orgânica me fascina. Aguardo ansiosa uma oportunidade de ler com calma.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Revista Natureza

Quando adolescente, era leitora voraz e logo assinante da Capricho. Numa época mais 'cabeça' (?), recebia a National Geographic em casa (em inglês!). Logo facilitei a vida e passei a recebê-la em bom português mesmo. Até que um belo dia os exemplares que nem saíam do plastiquinho começaram a formar uma pilha boa pra juntar poeira. Judiação. Fora isso, nunca fui de ler revistas. Sempre preferi os livros. Enquanto minhas amigas liam Veja na praia, eu preferia apreciar a paisagem ou ficar de olhos fechados mesmo. Enquanto comentam as novidades da Caras na manicure, prefiro ter certeza que as unhas ficarão intactas (não tenho coordenação motora para as duas coisas e sinceramente nenhum interesse pelas fofocas da revista...). Mas quando aparece um bom livro que me tira do meu mundo não há nada nem ninguém que me convença a parar a leitura.
Sempre gostei de coisas bem feitas, de gente que faz com amor e prazer o que faz, porque isso tem como resultado imediato algo tão abstrato como a tal da qualidade.
Foi uma bela surpresa conhecer a Revista Natureza quando comecei a me empolgar com o tema paisagismo. Fiz dela um livro, ao menos no que se refere ao meu jeito de ler. Leio da primeira à última página. Tudo. Até os anúncios publicitários. Tá bom, os repetidos eu pulo e dou uma folheada antes. E faço algo que não faço ao ler um livro: depois do editorial e leio a última página, onde Valério Rohman sempre mostra alguma planta interessante em belas fotos.
Quando recebi o exemplar de junho me dei conta que ainda não havia falado da revista aqui. Ainda não tinha tido essa idéia, não sei porque... Então resolvi fazer isso agora. Antes tarde que mais tarde, right? Afinal, quem não gosta de receber um elogio de vez em quando?
À equipe da Revista Natureza meus agradecimentos, os parabéns e minha constante curiosidade para a próxima edição.
;-)
domingo, 5 de julho de 2009
Escultura urbana
Eles disseram que estavam 'aburridos' (sem nada para fazer) e que resolveram fazer essa escultura com o lixo que encontraram. Coisas que os cidadãos jogam nas ruas e que as chuvas levam para o ponto mais baixo, o Río de la Plata. Nas cheias, ele devolve tudo. Ontem essas escultura ainda estava nascendo. Hoje a vi mais completa (mas não tinha máquina para registrar). Amanhã quem sabe não exista mais. Coisas da vida urbana e do inexorável tempo.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Aqui não tem bidim
Eu era feliz e não sabia. Feliz antes de ser apresentada a ele, porque fazia meus vasos com uns pedaços de telha ou pedrinhas, areia, terra e pronto. Feliz depois, quando fui apresentada a ele no primeiro curso de paisagismo que fiz, porque agora os vasos já não perdiam aquela terra que teimava em achar um caminho levada pela água e porque não tinha mais que separar pedrinhas presas entre raízes e terra quando renovava algum vaso, porque é super útil em jardineiras ou quando usamos pedriscos. Enfim, era feliz e não sabia.
Era simples: vai lá e compra um pacotinho ou um rolo inteiro de bidim. Ele estava sempre lá quando eu precisava dele. Ai virou necessidade, não consigo mais pensar em vaso sem a tal da prática manta geotêxtil não-tecida...
Mas aqui não tem. Já procurei em lojinhas, lojonas, no congresso de viveiristas, perguntei para professores, jardineiros... Não tem. Essa que nós usamos,simplesmente não tem. E eles por aqui nem sentem falta. Claro, ninguém ensinou o quanto é boa, não se criou a necessidade. Mas e eu, como fico?
Tentei tecido, jornal, TNT, meia velha, panela furada, mandinga, acender incenso, uma outra manta que dizem ser a mesma coisa. Nome de manta geotêxtil até leva, mas seu uso é agrícola e não me convence não.
E agora, quem poderá me ajudar? Dá pra mandar um contrabando básico pra cá, por favor?
Um pouco de chinês técnico sobre o bidim aqui e aqui.
Era simples: vai lá e compra um pacotinho ou um rolo inteiro de bidim. Ele estava sempre lá quando eu precisava dele. Ai virou necessidade, não consigo mais pensar em vaso sem a tal da prática manta geotêxtil não-tecida...
Mas aqui não tem. Já procurei em lojinhas, lojonas, no congresso de viveiristas, perguntei para professores, jardineiros... Não tem. Essa que nós usamos,simplesmente não tem. E eles por aqui nem sentem falta. Claro, ninguém ensinou o quanto é boa, não se criou a necessidade. Mas e eu, como fico?
Tentei tecido, jornal, TNT, meia velha, panela furada, mandinga, acender incenso, uma outra manta que dizem ser a mesma coisa. Nome de manta geotêxtil até leva, mas seu uso é agrícola e não me convence não.
E agora, quem poderá me ajudar? Dá pra mandar um contrabando básico pra cá, por favor?
Um pouco de chinês técnico sobre o bidim aqui e aqui.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Emergir, submergir: 2a imersão em paisagismo

De 13 a 16 de agosto de 2009 acontece no Instituto Biológico de São Paulo o 2o Curso de Imersão em Paisagismo organizado pelo paisagista Raul Cânovas. Participei ano passado - valeu cada centavo e cada segundo investidos. Recomendo. Vejam a programação e os profissionais envolvidos.

Mais sobre o curso de 2008 aqui, aqui, aqui e aqui ;-)
Clique nas imagens para ampliar e ler alguma coisa...
domingo, 21 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Passava nesse lugar todos os dias a caminho do trabalho. Mudei o caminho para poder ter essa paisagem no começo do dia e enchê-lo de boas energias.
As fotos foram tiradas enquanto o farol estava vermelho, de dentro do carro, às pressas. Cumprem seu objetivo: refrescar minha memória. Minhas baterias também se carregam assim, lembrando de bons momentos. E as suas?
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Blotanical
Se antes eu já encontrava muita coisa bacana lendo blogs alheios, agora então vai ser difícil sair deles quando tiver um tempinho livre.
Olha só o que descobri aqui:

Um site que reúne blogs sobre jardinagem no mundo, os agrupa por continente, mostra os mais visitados, permite buscar assuntos nos blogs cadastrados e por ai vai. Tem fórum também, espero que seja bom.
O Colorindo está cadastrado esperando aprovação. No Brasil aparece apenas um de Goiás, vamos mudar isso?
Vou nessa que agora quero navegar um tantinho por lá.
Olha só o que descobri aqui:

Um site que reúne blogs sobre jardinagem no mundo, os agrupa por continente, mostra os mais visitados, permite buscar assuntos nos blogs cadastrados e por ai vai. Tem fórum também, espero que seja bom.
O Colorindo está cadastrado esperando aprovação. No Brasil aparece apenas um de Goiás, vamos mudar isso?
Vou nessa que agora quero navegar um tantinho por lá.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Puerto Madero
Projeto do engenheiro Madero, cumpriu com seu objetivo de porto por pouco tempo, pois o rio deixava demasiados sedimentos nos quatro diques e dragá-los encarecia demais os custos portuários. Ficou abandonado por muitos anos até que uma associação do tipo "Revitalizando Puerto Madero" fez um trabalho fantástico na década de 90, apoiada pela necessidade de crescimento da cidade. Hoje, vários restaurantes bacanas muito visitados por turistas, um hotel (ou são dois?), edifícios comerciais, apartamentos de moradia, uma reserva ecológica, praças, feirinha de artesanato e mais recentemente um achado arqueológico deixam esse bairro chamado Puerto Madero muito convidativo para passeios, pique-niques, descanso na hora do almoço e muito mais.
Estive lá ontem e visitei os dois grandes parques que que foram feitos bem ao estilo da cidade, que de seus contornos naturais já não tem mais quase nada ou nada. A intervenção foi bastante grande, foram feitas elevações, praças secas, mirantes. Há amplos gramados, muitas mudas de árvores que quando tomarem sua forma deixarão o espaço ainda mais interessante. Há quem critique que os espaços são meio escondidos, mas acho que isso é parte do charme desses parques: caminhando vamos descobrindo bancos, cantos, espaços para nos divertirmos e descansarmos.
Se não ponho algumas fotos, não sou eu. Então, lá vai.
Parque Mujeres Argentinas
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Esculturas no jardim
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
Mais e mais paisagens
Na última semana tive um pouco mais de tempo junto ao computador e me empolguei lendo as indicações que constam em blogues que leio sempre que posso. Descobri muita coisa boa, que está devidamente adicionada na barra lateral (agora com a facilidade de mostrar as atualizações desses blogues, assim a leitura - pelo menos para mim - fica mais fácil). E ainda tenho várias abas abertas com outros que ainda não tive o prazer de xeretar. Acabo de fazer uma primeira leitura no Jardim de Pedra, de Anete Joaquim, que jardina lá na Ilha da Madeira. Curioso que as capuchinhas que tanto adoro (e que se vendem inclusive em versão orgânica em São Paulo, posto que são comestíveis) por lá sejam consideradas daninhas. Adoro plantá-las, conduzi-las e comê-las também. Acho que têm um colorido todo especial, as folhas uma transparência que deixa ver todas as nervuras quando à contra-luz, o que deixa a mata lindíssima quando o sol está baixo e vindo por detrás delas. Qual será a planta que por essas bandas nos incomoda, teima em crescer quando não a queremos e que por lá é apreciada e multiplicada em viveiro?
Achei interessante o comentário abaixo, porque penso da mesma forma ainda que nem sempre consiga por em prática essa filosofia. Diz Anete, num contexto sobre a trepadeira unha-de-gato (Ficus pumila), que é super forte e toma conta do braço se você der a mão: "A minha filosofia é simples: as partes más da vida são isso mesmo: uma parte de um todo que tem de ser vivido. E, assim sendo, o melhor é vivê-la com alegria e aproveitar a parte boa que mesmo as coisas más sempre têm." (desse post aqui)
Clique nas imagens para ampliar
Que tal nos conhecermos melhor?
Floradas são lindas, mas as plantas que as geram também merecem nossa atenção e olhar dedicados. Costuma ser um tanto difícil distinguir uma planta de outra sem ver sua florada. Essa dificuldade para mim é bastante marcante quando observo cactus e suculentas. E bromélias. E rosas. Bah! Quer saber? Na verdade em qualquer planta de mesmo gênero, mas de espécies diferentes.
Ainda bem que a prática faz o mestre e que de tanto prestar atenção em detalhes acabamos 'batendo o olho' e reconhecendo plantas num meio piscar de olhos. Já consigo essa proeza com uma meia dúzia de seis...
A melhor forma de eu alcançar essa intimidade com uma planta é usá-la em algum projeto, desenhá-la, fotografá-la, plantá-la em casa. É como com as pessoas: convívio gera intimidade.
Por essas e outras eu fotografo plantas e seus detalhes mesmo quando elas não estão no seu melhor estado e, como se fossem uma adolescente com uma baita espinha no nariz, gostariam de se esconder e deixar a vida passar até melhorar a aparência pra de novo poder dar as caras.
Então fiquei pensando em que seria legal publicar essas fotos aqui também, para mim e para todos. Para facilitar a identificação delas. Para nos conhecermos melhor.
Essa inspiração veio de algum blog que andei lendo esses dias. Foram tantas as "new acquaintances" que já não me lembro quem foi que me deu essa idéia afinal. Mas estou certa de que acrescentei o link no blog ;-) Se foi você, deixe um recadinho para todos saberem, ok?
E as fotos desse post são, espero, as primeiras de uma série para nos conhecermos melhor.
Ainda bem que a prática faz o mestre e que de tanto prestar atenção em detalhes acabamos 'batendo o olho' e reconhecendo plantas num meio piscar de olhos. Já consigo essa proeza com uma meia dúzia de seis...
A melhor forma de eu alcançar essa intimidade com uma planta é usá-la em algum projeto, desenhá-la, fotografá-la, plantá-la em casa. É como com as pessoas: convívio gera intimidade.
Por essas e outras eu fotografo plantas e seus detalhes mesmo quando elas não estão no seu melhor estado e, como se fossem uma adolescente com uma baita espinha no nariz, gostariam de se esconder e deixar a vida passar até melhorar a aparência pra de novo poder dar as caras.
Então fiquei pensando em que seria legal publicar essas fotos aqui também, para mim e para todos. Para facilitar a identificação delas. Para nos conhecermos melhor.
Essa inspiração veio de algum blog que andei lendo esses dias. Foram tantas as "new acquaintances" que já não me lembro quem foi que me deu essa idéia afinal. Mas estou certa de que acrescentei o link no blog ;-) Se foi você, deixe um recadinho para todos saberem, ok?
E as fotos desse post são, espero, as primeiras de uma série para nos conhecermos melhor.
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domingo, 31 de maio de 2009
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