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terça-feira, 2 de março de 2010

Flores x latitudes


Uma das coisas que algum dia gostaria de fazer é morar um ano e meio num lugar onde neva, para ver bem as estações do ano, as flores da tão marcante primavera. Enquanto não faço isso, vejo a vida em Buenos Aires como sinopse dessa realidade. Foi muito legal ver todas as plantas da mini-horta-em-vasos-na-parede, os arbustos, as árvores das ruas, os jardins das casas e parques, as reservas ecológicas floridas há uns meses atraz e bem mais contidos em sua explosão de cores no fim de fevereiro.
Tinha comentado isso com minha mãe no começo da semana passada. Ontem rodando por São Paulo percebi que aqui o festival de cores continua, que nossa latitude tropical faz uma diferença tremenda. Já sei que isso é esperado, que está escrito nos livros de geografia e tal, mas constatar isso pessoalmente é bem mais legal, como já diz lá em cima no blog: tenho que tentar por mim mesma e comprovar que a teoria realmente funciona na prática.
Adorei a sensação que tive com tantas cores e plantas usadas por aqui. Isso aumenta minha vontade de morar num lugar coberto pela neve e poder apreciar a natureza nascendo dela na primavera. Mas por 18 meses, mais que isso não sei não... Afinal, as melhores estações do ano são a primavera e o outono, nem tão quente, nem tão frio. Ou não?

sábado, 30 de maio de 2009

Horta de outono


Lá no Jardim Botânico Carlos Thays acontecem diversas atividades gratuitas para todo tipo de público. Uma delas é a oficina de horta que acontece ao longo do ano em quatro módulos: horta de outono (participei dessa, nos meses de março, abril e maio), de inverno (começa semana que vem), de primavera e de verão.
Aprendemos de tudo: como usar a pá para preparar o canteiro, como fazer composto orgânico, como semear em sementeira, em linha e a lanço, como repicar, limpar o canteiro, usar a estufa, regar, mas sem o gran finale: como colher. Isso porque semeamos, cuidamos e tal, mas a maioria ainda não está no ponto de colheita. Além do mais, colhemos uma parte, quando muito, porque essa horta educativa também atende escolas e é necessário que as coisas continuem ali, seguindo o ciclo, para mostrar também a floração, a coleta de sementes e o decaimento de cada espécie.



Foi muito bacana conhecer algumas espécies novas para mim, como a borragem, compartir algumas horas das terças-feiras com gente alto astral, trabalhar a terra.
Agora deixo a vaga para outra pessoa, voltarei para visitar e dedicarei esse tempo a trabalhos voluntários na reserva ecológica educativa Ribera Norte.

Mais fotos aqui.


Clique nas imagens para ampliar

sábado, 16 de maio de 2009