Todo empezó dando color a paisajes de Brasil. Ahora le toca a la Argentina. Elena Soboleff Paisajismo :: Soluciones a medida para cualquier medida ::
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Telhados verdes
Sabe do que mais? Em Berlim (Alemanha) já é obrigatório construir com telhados verdes. Para não fazê-lo há de se enfrentar a burocracia e ter uma excelente explicação para conseguir a permissão.
Publico algumas fotos, com os links para o local de onde foram tiradas.
Esse telhado tirei daqui.
Esse exemplo achei ótimo. Uma escola em Lyon, França. Realmente um telhado, não um jardim sobre laje.
Mais um.
E esse, daqui.
A legenda original é essa:Here is an opportunity for the U.S. to learn by example. You can see at least nine extensive greenroofs in this photo of Stuttgart-Weilimdorf, Germany. Photo source: ZinCo Int'l.
Desse link aqui, do mesmo site Greenroofs.
Gê: vamos fazer um? Dois? Três? Mil?
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Empolgação gera mais empolgação
Flutuando nas nuvens - voltando à Terra
A equipe de apoio também merece menção especial: todos muito simpáticos, dispostos a ajudar.
Ouvi de tudo, me interessei por tudo. Algumas aulas foram mais chamativas que outras, alguns palestrantes têm mais o poder da palavra que outros, uns transpiram conhecimentos, mas não os conseguem transmir de forma a mostrar quanto verdadeiramente valem.
E sim, me sinto flutuando nas nuvens de felicidade de ter tido essa oportunidade profissional. Iremos ainda neutralizar o carbono gerado pelo deslocamento dos participantes para assistirem ao curso e isso será um aprendizado muito valioso.
Nos vemos ano que vem no 2o curso de imersão em paisagismo? Espero que sim.
Flutuando nas nuvens - 4/4
O dia começou com interessantes informações sobre a fabricação, uso e manutenção adequados para ferramentas e maquinário de jardinagem. Como dizemos em casa, nada como a ferramenta certa para o trabalho certo. E as ferramentas da barbie (aquelas que deformam só de você olhar mais intensamente para elas) que vão brincar de casinha, aqui não servem.
Flávio Pavesi nos deu dicas de ferramentas desenvolvidas especialmente para atender ao mercado de paisagismo, como podemos ver no exemplo da foto abaixo.
E quanto à afiação? Vou seguir as dicas dele e ver se é mesmo possível manter uma tesoura tão bem a ponto dela precisar da primeira afiação ao término de 5 anos de uso. A técnica? Lavar depois do uso, limpar com uma escova de dentes e óleo (mineral, de motor, de cozinha - podem ser usados), deixar escorrer (já limpa a ferramenta de bactérias e afins) e usar a ferramenta certa para o trabalho certo. Daqui a cinco anos eu conto como está a ferramenta de teste, ok?
A eng. agr. Dra. Marisa Carlucci deu uma belíssima aula sobre palmeiras nativas pouco utilizadas no paisagismo. Em seu viveiro em Santos, já está produzindo algumas e tem muita disposição em plantar o que o mercado estiver disposto a absorver, passado o tempo devido. Ela se mostrou interessada em melhorar esse mercado no Brasil, dispondo-se, inclusive, a montar uma relação de produtores de palmeiras no Brasil. Eu nem suspeitava que temos mais de 200 espécies nativas. Que beleza! Somente a Indonésia tem mais opções que nós. Não consegui pegar o contato dela e o folheto acabou antes de chegar em mionhas mãos... quem manda sentar na turma do fundão, hein?
Fechamos o curso com uma aula sobre clima e tempo, com a meteorologista Josélia Pegorim, da Clima Tempo e da Rádio Eldorado. Consultá-la pode mesmo ajudar (e muito) no planejamento de nosso trabalho. Obrigada!
Bom, no meio de tanta gente especial tínhamos que terminar com festa: champagne (ou espumante, se quiser ser mais purista), petiscos, muito papo, alegria e fotos.
*** 17.08.2008 ***
Flutuando nas nuvens - 3/4
A aula de gerenciamento de obra foi muito importante, pois reforçou a necessidade que tenho sentido de novamente despertar meus conhecimentos adquiridos no curso de administração de comércio industrial (Industriekauflehre). O que meu irmão comenta de seu MBA também acho altamente aplicável ao mercado de paisagismo.
Osvaldo Policarpo Júnior foi sócio-fundador da ANP e têm uma empresa de 82 funcionários (que considera pequena), a Floraliz Paisagismo. Os temas por ele abordados foram muitos, portanto acabaram sendo bastante atropelados e desorganizados. Imagino que o assunto volte no curso do ano que vem, dividido em aulas que foquem temas para que possam ser mais bem trabalhados. Fica o estímulo a se informar por conta própria!
Logo tivemos uma explosão de energia na aula sobre marketing e orçamentos ministrada por Alex Sá Gomes, presidente da ASPABA - Associação dos Profissionais de Paisagismo da Bahia e paisagista há 20 anos no mercado de Salvador e Brasil. Foi muito reconfortante ver que soluções "caseiras" e simples como as que às vezes passam pela minha cabeça conseguem realmente atrair e fidelizar clientes. E fiquei encantada com seus programas para melhorar a qualidade de vida de sua equipe: responsabilidade empresarial em ação - parabéns!
Se antes eu já pensava em telhados verdes, agora não consigo tirar o assunto da cabeça. Um projeto está se formando e se modificando nela várias vezes ao dia. Em breve espero que esteja maduro para passar ao papel. Será que encontro o livro que Toni Backes mostrou na aula "Telhados Verdes: incorporação de vegetação sobre coberturas de residências - ecotelhados"? Hum... está esgotado na editora... Mas ok, o que vi e ouvi em sua aula já me dará um norte muito bom e com bom senso, observação e estudo farei algo muito bom. Como é para mim mesma, nesse primeiro momento, posso correr o risco de testar.
Logo ele emendou uma aula de jardins vibracionais. Como é uma pessoa muito tranquila para agir e falar, intercalar suas aulas com alguém mais enérgico poderia ter sido boa estratégia. Eu amei voltar a ouvir sobre o assunto permacultura, ecovilas, aura das plantas (Kirlian)...
Encerramos o dia sendo motivados por Raul Cânovas a desenhar com as plantas, a procurar pelas menos utilizadas. Dessa vez no meio de tantas apresentadas achei uma ou outra que já utilizei e me senti mais feliz por isso :-).
*** 16.08.2008 ***

Flutuando nas nuvens - 2/4
Nesse dia tivemos duas aulas de Raul Cânovas: a primeira sobre arbustos, a segunda sobre trepadeiras. O objetivo principal dessas aulas foi estimular os paisagistas a se interessarem pelo que há em espécies pouco utilizadas, a sairem do lugar-comum. Pois bem, ai vamos de encontro com um assunto que já dicutimosmuito aqui em casa com meu irmão, o desenvolvimento de fornecedores, pois a regra geral do mercado é e sempre será: só há produção se houver procura. É justamente o que eu temia ao fazer meu primeiro projeto - as plantas estão nos livros, mas, e na hora de comprar, como faz? Resposta: procura, procura, procura e procura mais um pouco e também estimula os fornecedores a produzir em escala de mercado. Mas isso não acontece de hoje para amanhã, que fique bem claro. Como pretendo estar no mercado por muito tempo ainda, tudo bem!
Contenção de encostas e drenagem foi uma das aulas mais fraquinhas. Não porque não fosse interessante, muito pelo contrário. Mas porque o modo de dá-la foi pouco de encontro aos anseios dos paisagistas. Notei que havia muito conhecimento, porém pouco "link" com o paisagismo. Saio dela convencida de que há solução para tudo, basta consultar o profissional correto. E isso é bem reconfortante. A empresa chama-se Agrogeo Engenharia, mas Fernando Andrade não deixou seus contatos (ou fui eu quem nçao teve tempo de anotar?).
A aula sobre frutíferas nativas do técn. agr. Luis Bacher foi mais um estímulo ao pesquisar. E pensar que há uma nao atrás eu achava difícil ter frutíferas em vasos... Incrível o que um pouco de conhecimento faz pelo ser humano. A lista que fiz de frutíferas nativas que podem ser cultivadas em vasos chega quase a 30 nomes. Sua empolgação com o assunto (e com os sucos) é algo contagiante. Obrigada. Logo Luis Bacher emendou uma aula sobre arborização urbana, que para mim passou meio batida, creio que pelo cansaço qeu ficar sentada o dia inteiro provoca, aliado a um assunto já mais conhecido. O que mais me marcou nela? Saber que o Jatobá seqüestra muito carbono.
Ufa! Fim do dia 2 de 3,5. ainda bem que existe a noite para deixar o conhecimento procurar seu lugar no cérebro para ser acessado futuramente. Mais importante que saber a resposta é saber que ela existe e onde econtrá-la!
*** 15.08.2008 ***
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Flutuando nas nuvens - 1/4
O curso começou com uma aula fantástica sobre plantas aquáticas. Além de achar o trabalho de André Bailone muito interessante, fui contagiada de sua inegável vontade de fazer acontecer um sonho.
Fiquei apaixonada pelo projeto do Parque da Juventude que está sendo construido em Itatiba e tem previsão de entrega à população para outubro desde ano. Trata-se de um parque que tem em sua vocação ensinar. Parte de seu traçado foi desenhado para manter um brejo que havia no local e seria aterrado. Agora ele será um fantástico passeio de educação ambiental pelos cinco continentes e suas mais significativas plantas aquáticas, um verdadeiro hidrofitotério. O local se chama "Águas do Mundo" e, para começar, orientação: uma enorme rosa dos ventos no meio de uma praça e rodeando um lidíssimo mapa mundi executado em mosaico português. Na saída, tratamento, ops, polimento da água em tanques com as mais diversas plantas aquáticas. Na última praça, como não poderia deixar de ser, Vitória Régias, para comprovar que a água está polida.
Outro projeto estupendo é o de uma casa com telhado verde (ou vivo) e piscina natural. Achei as duas aulas dele imperdíveis.
Uma vez, voltando para casa, vi o plantio de árvores que tem seus 20m de altura num prédio que fica atrás do Shopping Morumbi. É algo alucinante. E assim é o trabalho de Armando Salvador Falanghe, eng. agr. paisagista que me deu o prazer de aprender mais sobre o transplante de árvores de grande porte. Nos alertou sobre uma nova portaria do Município de São Paulo, a Portaria 26 / SVMA.G / 2008, que ainda quero estudar e que:
* obriga qualquer construção a manter todas as árvores existentes no terreno a ser trabalhado;
* permite que a vegetação seja agrupada em parte do lote;
* impõe a substituição.
Isso, de forma beeeeem resumida.Atualmente ele trabalha da Floricultura Campineira, mas anunciou que vem novidade em breve e que nascerá uma empresa cujo foco é o transplante de grande porte. Bom para nós.
Água. O assunto do momento e que será assunto por muito tempo. Dentro de 10 anos o problema já deve ser por nós percebido com muito mais dureza que hoje. Vi hoje um documentário no Discovery Channel mostrando uma equipe de cientistas que foi estudar os sintomas do efeito-estufa no Alaska. Longe de tudo, num parque nacional deserto. Encontraram cachoiras de água de degelo numa geleira que, desde a última foto em 1930, diminuiu assustadoramente.
O eng. agr. José Giacóia Neto, gerente da Rain Bird Brasil, nos falou dela, de seu uso racional no paisagismo. de bons e de maus projetos. De como identificar fornecedores que têm bom nível técnico e farão bons projetos.
A aula sobre compostagem achei fraquinha. O que aprendi nos demais cursos foi mais que nessa aula, que achei básica demais e meio confusa. Esse assunto não conseguiu acompanhar o tchan-tchan-tchan-tchaaaaaan dos demais.
Falamos sobre gramados. Por fim consegui decidir o que fazer num orçamento solicitado. Ernesto Henriques mostrou o quanto a Itograss investe em pesquisa para oferecer o melhor tapete de grama. Não tinha realmente pensado que há tanto por trás de um produtor de grama, apesar de já ter ligo algo sobre a técnica de se ter um bom gramado. Estranho não ter ligado A a B...
Com isso, chegamos ao fim do primeiro dia. 1 de 3,5.
*** 14.08.2008 ***
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Espetacular
Tivemos aulas de plantas aquáticas utilizadas em jardins para decoração e polimento de água (vimos projetos fantásticos do Parque da Juventude de Itatiba, que será aberto ao público em outubro deste ano e de uma casa com piscina natural, telhado verde, captação de água... além de muito mais!), aula de transplante de árvores de grande porte, de irrigação, de composto orgânico e de gramados. Todas muito boas, com excelentes profissionais do mercado.
A organização está de parabéns, horários estão sendo (basicamente) cumpridos, os participantes são interessados, as pergntas pertinentes.
Estou amando. Já vi que domingo, quando acabar, vou sentir falta...
Agora fiquei na vontade de plantas Vitória Régias, de fazer gramados e jardins com irrigação automatizada (não que já não tivesse orçado isso antes...), ai, enfim,de tudo mais ainda que antes.
Que delícia de trabalho! Que delícia de gente!
***
Início: 14 agosto
21 aulas com 1:15h cada
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Despedida
Tapete varrido
Já reparou no tapete amarelo/rosa/branco/... que há em ruas, jardins, parques? Não? Será que varreram?
E quando, na Semana Santa, enfeitam as ruas de Embu das Artes com desenhos formados por serragem colorida, folhas e pétalas de flores? Ai você repara? Acha bonito?
Bom, eu adoro essa época do ano quando podemos alimentar a alma através de nossos olhos. Primeiro, com os ipês em flor. Depois, com eles floridos e os tapetes coloridos que debaixo deles se formam. Logo, apenas com os tapetes, que começam lentamente a desbotar. E mais tarde é a vez dos jacarandás e seus lindíssimos tapetes lilases. E adoro sonhar em passear por uma Europa outonal, com ruas cobertas de folhas amarelas e vermelhas. Ou por bosques de pinheiros cobertos por suas agulhas. aliás, isso já fiz. E me diverti muito escorregando sentada em encostas cobertas por elas. Só minha mãe não deve ter gostado muito da cor da bermuda logo depois...
Na foto, o que sobrou de um majestoso tapete rosa que começava a se formar esta terça no Ibirapuera. Pena que cheguei depois da "limpeza"...
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Começou hoje
Eba! Adorei voltar a ir ao Ibirapuera logo cedo, voltar a percorrer o caminho do carro até a escola, rever pessoas legais, professores bacanas, voltar a falar de plantas.
Pena que a aula acaba tão rápido... Mas quinta tem mais!
Green gym
Quem me conhece sabe que mais exercício me faria bem. Mas ai surgem algumas dificuldades (e várias desculpas) como o fato de eu detestar academia, de eu ter mais pique de manhã (e ao mesmo tempo ter que sair relativamente cedo depois de cuidar dos cachorros etc.) e por ai vai.
Adoraria poder praticar rafting, rappel e outras coisas similares com mais freqüência, mas ai não há bolso que agüente tornar isso numa atividade física regular.
A melhor maneira de eu me mexer é me empolgar em algum projeto, como fazer um belo jardim, por exemplo. Ou então as prateleiras que resolvi fazer para meu quarto. Ou ajudar algum amigo na mudança, ou pintando paredes... Enfim: nada dos clássicos abdominais ou flexões ou, ou, ou...
Justamente por isso AMEI a idéia do Green Gym, na Inglaterra.
A matéria publicada na Revista Vida Simples de agosto de 2008 (que eu li no Planeta Sustentável, aqui) faz um ótimo resumo da proposta deles (e eu nem tenho que traduzir, hehehe):
Academia na roça - Cuide do corpo e (de quebra) do meio ambiente
Trocar o conforto da cama para se exercitar nos fins de semana sempre exige uma boa causa: ganhar mais saúde, socializar – e cuidar das áreas verdes do bairro. Estranho? Não na Inglaterra. Há dez anos, a ONG inglesa BTCV administra a bem-sucedida Green Gym (“academia verde”), um programa de malhação em benefício da natureza. Em encontros semanais, voluntários fazem três horas de exercícios em sessões de plantio e poda de árvores, construção de cercas ou lixeiras de madeira, manutenção de canteiros, cultivo de hortas e abertura de trilhas.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Bem legaus
Já mandei alguns links para várias pessoas, mas essa Cabeça Plantada eu quero publicar por aqui, espero que o André não se importe.

Outra idéia bacanérrima que pretendo aproveitar algum dia:
A lista de coisas legais das que gostei e que usaria é longa, bem longa. Vão lá e divirtam-se!
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Convescote no parque III
Deu para notar que gostei dessa opção de reunir pessoas, não? Participo da comunidade criada pela Revista Casa e Jardim e as amizades começaram a brotar por lá a ponto da vontade de ter vozes, jeitos e trejeitos vinculados às pessoas ser tamanha que culminou nesse nosso inesquecível domingo no parque no dia ontem.
Céu azul, uma paisagem convidativa e pessoas muito especiais, cheias de sorrisos e ótima energia fizeram de nosso piquenique algo muito especial. Tivemos até a presença dos que não puderam comparecer e de gente que encarou viagens de longe - 3 horas para vir e mais 3 para voltar num dos casos! Obrigada por um maravilhoso domingo ao sol. Aguardo ansiosamente pelo próximo.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Não desisti não!
Meus pais vieram nos visitar na semana passada, tirei a semana de folga e aproveitei bastante para resolver coisinhas, documentações, eletropaulo e, o mais importante, ELES!
Cozinhei pra caramba, fui motorista, aproveitei fins de tarde sentada em bancos de pracinhas, tomei capuchino da Kopenhagen com eles... Muito bom!
Alguém tem uma máquina digital para vender baratinha? Como faz falta...
Beijos!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
Dia 24 estarei lá!
É uma sensação engraçada receber uma correspondência com a sua própria letra. Acontece que no ato da inscrição para os cursos de lá preenche-se um aerograma. Ai, quando vão convocar, eles imprimem nesse papel e não precisam se preocupar em escrever envelopes. Bem bolado.
Na primeira vez, a espera foi de 10 meses. O engraçado é que no dia em que recebi aquele aerograma eu havia pensado "puxa, deve chegar algum desses dias". E chegou. Delícia.
Esse veio mais de surpresa. Haviam dito que a espera era de 2 a 4 meses. Não foi. Terminei o primeiro curso dia 20 de junho e esse começara, se não me engano, no dia 4 de agosto.
Que beleza!













