sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Fui à Fiaflora

E não achei tanta graça, infelizmente...

Para mim o Anhembi é demasiado grande [leia-se impessoal e pouco aconchegante] para uma mostra e feira de paisagismo. O Espaço Imigrantes combinava melhor, até pelo seu entorno mais arborizado e pela possibilidade de usar uma área externa dele para parte da mostra ou ainda atividades práticas [pena que isso nunca aconteceu direito, ao menos desde que eu comecei a visitar a feira em 2007. Em 2008 havia uma demonstração de uso de motoserra na porta, já é algo].
Senti falta de plantas (produtores viveiristas), de gente (quase havia eco lá dentro), de conteúdo, de novidades, de se aterem ao tema proposto.
Aonde estavam os palestrantes interessantes no Espaço do Conhecimento? Ano passado vi tanta coisa bacana que em determinados momentos tinha que optar por uma ou outra sala: poda, irrigação, sustentabilidade, paisagistas reconhecidos no mercado falando de graça para os visitantes da feira. Esse ano que vim com a disponibilidade de participar todos os dias da feira para aproveitar as palestras não achei NADA que me convencesse a voltar nos demais dias. Triste isso. O que será que acontece? Cadê o segundo palco que está no mapa? [lá só encontrei um e acho que olhei bem]
Ainda falando do Espaço do Conhecimento, não havia por lá um cartaz indicando a grade de palestrantes e temas oferecidos ao público. Isso me levou a pedir uma programação. Tive que ir à Direção da Feira para conseguir o folheto...

Rodei várias vezes a feira em busca do espaço Tributo a Burle Marx, afinal, o fio condutor dessa edição da feira supostamente eram os 100 anos de Roberto Burle Marx. Para me convencer de que era o que foi tive que ir à Direção da Feira pedir um programa (com mapa da feira) para ver se eu realmente tinha andado por todos os cantos. (Aliás, programa da feira se distribui, não é não? Pelo menos nos dois dias exlusivos para o ppublico-alvo de paisagismo...).

O que achei foi isso que vocês vêem na foto acima, nem mais, nem menos. Será que pensaram mesmo que Burle Marx não merecia mais que isso? Já sentiram vergonha alheia? Eu teria sentido (e muita) se alguma das pessoas lá de Buenos Aires para quem indiquei a feira tivesse aceito o convite de vir comigo a São Paulo visitá-la...
Sinceramente achei que haveria um baita espaço legal (num espaço de 17 x 10m dava pra criar algo muito legal!)


Switch to the bright side.


Taí um espaço na mostra que foi diferente. As fotos não ficaram boas, desculpem. O chão é um alambrado sobre plantas e luzes verdes (vou chutar leds). Em cima, uma bola de arame com água caindo sobre ela. Pena que era difícil ver a água. Roberta Martins soube aproveitar a ocasião.

João Jadão, Cid Carvalho e Ricardo Pessuto também tinham seus espaços (duplos) montados no lugar mais nobre da mostra: o centro. Muito bonitos, como era de se esperar. Deixo as fotos para as revistas que certamente publicarão suas opiniões sobre a feira.

Esse espaço é de Mônica Rio Verde (Tels. 11 7386-1853/ 3586-8580, São Paulo, SP). A Thaís falou com mais detalhes no Cheiro de Mato. Nesse mesmo post falou também de outros espaços da mostra.


Esses pratos fotografei porque achei lindos e podem servir de inspiração para algo que quero fazer lá na oficina de cerâmica ;-).



Não consigo encontrar o cartão da OnG que faz essas maravilhas em jornal, que gafe! Tentei o mapa da feira mas não ajudou muito. Alguém me ajuda? Fui super bem atendida, gostei do produto e do trabalho da OnG. Sei bem que trabalhar com as comunidades é muito necessário, que há uma carência enorme de programas para essa população. Parabéns!

==> Thanks Taty!
Aqui vai o e-mail do Edson para os interessados nesses lindos trabalhos em jormal:
edsondossantos2@yahoo.com.br

NOTÍCIA DA HORA: As Olimpíadas serão no RIO!!!

Perdi até o fio da meada do que mais pretendia falar, então vou parar por aqui mesmo.
Até mais!

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Nos vemos na Fiaflora?

Feira Internacional de Negócios de Paisagismo, Jardinagem, Lazer e Floricultura

24 a 27 de setembro 2009
Dias 24 e 25 - das 12 às 21h / Dias 26 e 27 - das 10 às 21h
ANHEMBI - São Paulo - Brasil


Uma pena o site da Fiaflora não conter as palestras que conformarão o Espaço do Conhecimento dessa edição (ou sou eu quem não sabe procurar direito?). Dependendo dessa grade, definirei os dia e horários da minha presença por lá.
(Tô esfregando as mãos de vontade de estar mergulhada em paisagismo).
Nos vemos por lá?

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Idéias malucas


Visitando o blog Coisas de Taty descobri o site Boskee - Turning garden on its head. Um designer norueguês chamado Patrick Morris decidiu plantar suas plantas de interior de ponta-cabeça. Bem maluca a idéia.
Pena que o vídeo mostra apenas o 'plantio', sem se aprofundar no sistema de irrigação (afirmam que é necessário encher o recipiente com água apenas uma vez por mês).
Não acredito que as plantas durem muito tempo desse jeito, a não ser talvez as escandentes por natureza, já que a parte aérea tende a crescer para cima e acho que acabariam, com o tempo e um pouco de sorte, se invertendo. Será?



Foto: do site da Boskee

Buquê de temperos


Fresquinhos. Perfumados. Ciboulette (ou cebolinha francesa), salsinha crespa e erva-curry (Helichrysum italicum). Os tomatinhos cereja foram convidados como figurantes para dar uma corzinha.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Chuveiro de flores


Vi essa calanchoe na sexta-feira. É uma bastante comum por aqui em calçadas e jardins. De crescimento rápido e de poucas exigências, muitas vezes não a vemos florir porque sua haste é longa e quebra com certa facilidade (principalmente em áreas de circulação) ou então porque é podada.
Essa está num terraço de uma biblioteca. Usaram outro vaso para apoiar a haste e evitar que quebre com o peso das flores, que formam um chuveiro (na verdade, dois), um espetáculo.
Trata-se de uma Kalanchoe daigremontiana. Uma de suas características é a de florescer apenas uma vez - mas a florada é realmente de tirar o fôlego. Depois, a planta, que completou seu ciclo, morre. Mas não sem deixar milhares de filhotinhos.

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Brincadeira de criança

Brincando com o caminhão basculante do Playmobil no quintal lá de casa

Até hoje há acontecimentos que deveriam ser inesquecíveis dos quais infelizmente não me lembro com a nitidez que mereceriam, como certas partes da melhor viagem que fiz até hoje, o Peru. Por outro lado, outros têm uma nitidez quase irreal.

Uma vez, quando tinha mais ou menos a idade dessa foto, meu pai podou a espatódia (Spathodea nilotica) que crescia feliz (e grande demais) no quintal lá de casa. Aproveitamos para subir nela com a escada que ele usou e depois seus galhos viraram cabanas, casinhas, suportes e mil e uma coisas mais durante um divertidíssimo dia ao ar livre, antes de virarem lenha para a lareira.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Quebrando a cabeça com o AutoCad


Placar atual:
AutoCad 10 x 7 Elena


Ainda não consigo falar autocadês, mas a primeira planta que resolvi fazer saiu.
Foram muitas e muitas horas de trabalho. Tenho certeza que fiz do jeito mais complicado e que poderia ter sido bem mais fácil e rápido, mas isso não importa, já que o resultado é aquele que quero: a planta em Cad está igua à original impressa que recebi para fazer um trabalho do
curso. Ufa! Fase 1 completada, agora estou lutando com a plotagem, outro baile mais. Se não fosse a Gê, minha amiga arquiteta, dar uma aula por messenger ainda estaria lutando com o Cad (desistir, nem pensar).
OK. Liga / desliga layers, põe legendas, cotas... Em escala 1:100 tudo bem, porque cabe numa folha A4 e pude testar e imprimir suficientes vezes até chegar onde esperava chegar. Por lógica (pelo menos a minha, obviamente não a do Cad), se a planta em escala 1:100 cabe numa página A4, a mesma planta em escala 1:50 entraria numa folha A3. A impressora daqui é apenas para folhas pequenas, uma A3, nem pensar. Então, seguindo essa mesma lógica, resolvi imprimir metade da planta em escala 1:50 numa folha, a outra metade em outra e depois colar o resultado, já que por enquanto só preciso de um rascunho mesmo e não vejo motivo para gastar tempo e dinheiro mandando plotar fora. Bem que a Anngela havia me dito que a nossa lógica não é a do Cad... A planta em 1:50 simplesmente não entra meio a meio em duas páginas A4. Uma parte fica de fora.
Resolvi então procurar por respostas na internet (o livro que tenho é resumido demais e não responde às minhas perguntas). Achei um site legal, que indica dois videos interessantes e que me deram vontade de aprender mais e dominar essa arte da plotagem (ou pelo menos me virar melhnor com ela, hahaha). Hoje não tenho tempo para isso, há outro desenho esperando por mim para a aula de hoje à noite. Já fico muito satisfeita em saber que há soluções mais práticas ;-)
Os videos de que falo estão mencionados nesse site aqui. Divirtam-se.

domingo, 9 de agosto de 2009

Colorindo na Revista Natureza


Ano passado participei do concurso de fotografias da Revista Natureza, o que foi um prazer desde o momento de fotografar até o momento de escolher as três fotos que seriam enviadas para cada categoria: mais bela florada e mais bela paisagem florida. Ganhei experiência e vontade de tentar de novo na próxima oportunidade e, agora em julho de 2009, um e-mail pedindo autorização para publicar minhas fotos numa matéria sobre trepadeiras. Que honra!
Como sempre, uma matéria de qualidade, com belíssimas fotos. Simplesmente adoro devorar a revista mês a mês e, desta vez, mudei meu "modus leiturandi" e fui diretamente ao sumário para encontrar a matéria o mais diretamente possível. Duas fotos minhas de Petrea subserrata e o endereço do Colorindo estão lá na página 24.
Eis o resultado, mas recomendo ver a revista mesmo, as outras trepadeiras da matéria e o resto da revista também são de tirar o fôlego.


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sábado, 8 de agosto de 2009

Colheita

Nhami!
Na falta de espaço para uma horta (ou de autorização para usar o espaço que há) posso me divertir com alguns experimentos em vasos. Semeei esses rabanetes em 04 de junho, eles brotaram logo e hoje foram colhidos. São apenas três. O meu estava uma delícia, com gostinho que quero mais (minha Oma diria "Es schmeckt nach mehr").
Com o restante das sementes do pacote produzi brotos de rabanete, que também são/estavam uma delícia (usei para decorar um prato de rizoto com caldo de cordeiro).
E tudo sem uso de agroquímicos. Se bem que não sei se as sementes estavam tratadas... não havia informação na embalagem. Imagino que estavam (o que faz com que deixem de ser 100% orgânicos, but ok).
Agora o mesmo vaso contém sementes de alface. Talvez ainda seja cedo (demasiado frio) para essa alface, mas tudo bem, o pacote tem suficientes sementes para tentar novamente se essas não brotarem.
E voltei a insistir com a cenoura... Os dias são mais longos, há mais sol naquele cantinho, mas ainda pode voltar a baixar a temperatura. Let time surprise me.

Aqui as sementes um tempo depois da brotação, com proteção anti ataques aéreos de pássaros que gostam da terra soltinha e das sementes


Numa embalagem que serve de estufinha e num pote de iogurte cresceram os brotinhos, que são semeados bem apertado e colhidos quando estão apenas com as duas primeiras folhinhas típicas dos dicotileidôneos. A estufinha cria um ambiente auto-sustentável (como os terráreos): planta-se, rega-se apenas uma vez, tampa-se e deixa-se. O que evapora num momento, condensa e volta para a terra e para a planta, num ciclo contínuo.

Hoje, antes da colheita

domingo, 2 de agosto de 2009

Olê mulher rendeira

Apresentando a artesã, a Natureza.

Ulmus japonica, Olivos - Buenos Aires.

Polypodium lycioidioides, uma samambaia-trepadeira fácil de encontrar em várias árvores como as tipuanas. Essa é de Visconde de Mauá.

Acer palmatum, Olivos - Buenos Aires.


Clique nas imagens para ampliar e ver os detalhes das rendas

sábado, 25 de julho de 2009

Latas




Já não lembro de onde tirei a idéia, pode ter sido do Cheiro de Mato (procurei e não achei mais...). Um dos meus aniversários compartido com tantas amigas capricornianas foi decorado com várias delas, que depois ficaram de presente para o dono da casa. Agora resolvi fazer de novo para dar de presente. E essas ficaram bem melhores que as anteriores, porque usei uma ferramenta adequada em vez de pregos (que sempre serão curtos demais e muito propícios a marteladas nos dedos).
Para fazer, lave as latas, encha de água, leve ao congelador, prepare o desenho desejado num papel do tamanho certo (usei o próprio rótulo das latas). Quando a água tiver congelado, fixe o desenho e vá fazendo pequenos furinhos com a ferramenta (chama-se punção? é uma ponta tipo prego com um cabo de madeira) e o martelo até completar o desenho. Faça mais dois furos perto da borda, um de cada lado, para prender a alça feita de arame.

Dicas:
* deixe ao menos um ou dois centímetros embaixo para poder fixar a vela e evitar que vaze cera quando ela estiver no fim. Fixei as velas como fazemos normalmente quando acaba a luz e pegamos um pires assim meio às pressas, gotejando parafina e colando a vela em cima. Depois acrescentei sal grosso para ajudar a segurar e pelos seus significados de limpeza e purificação que acho que tem tudo que ver. Poderia ter sido areia.
* a alça tem que ser comprida, porque a chama da vela esquenta bastante e não queremos provocar um incêndio, certo? Principalmente se formos pendurar a lata.
* velas sempre precisam de supervisão ;-)

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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Revista El Jardín en la Argentina



Ela também é conhecida como Revista Jardín, mas o nome de RG é esse do título, porque há uma homônima publicada na Espanha.
Demorei para me acostumar com ela, o jeitão editorial é bem diferente da Natureza. Não colocam os numerinhos identificando as plantas, não publicam projetos em detalhes, possuem um jeitão mais europeu de ser nas colunas e seções. E ela sai bimestralmente, por época do ano. Em junho saiu a de inverno e no mês que vem teremos o anuário para em outubro chegar a de primavera.
Cada edição vem acompanhada de uma segunda revista sobre um tema específico. A última fala sobre cores e seu uso nos jardins. Cores de plantas, cores de móveis, de paredes, de decorações. Bem legal. Esse ano saiu uma sobre o uso de madeira no paisagismo - gostei muito.
Ai, nos meses em que não tem 'revista', tem edição especial. Sobre jardins pequenos, sobre cáctus, sobre arbustos. Ontem comprei a edição especial do momento, sobre jardinagem orgânica, um assunto que junto com a horta orgânica me fascina. Aguardo ansiosa uma oportunidade de ler com calma.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Revista Natureza


Quando adolescente, era leitora voraz e logo assinante da Capricho. Numa época mais 'cabeça' (?), recebia a National Geographic em casa (em inglês!). Logo facilitei a vida e passei a recebê-la em bom português mesmo. Até que um belo dia os exemplares que nem saíam do plastiquinho começaram a formar uma pilha boa pra juntar poeira. Judiação. Fora isso, nunca fui de ler revistas. Sempre preferi os livros. Enquanto minhas amigas liam Veja na praia, eu preferia apreciar a paisagem ou ficar de olhos fechados mesmo. Enquanto comentam as novidades da Caras na manicure, prefiro ter certeza que as unhas ficarão intactas (não tenho coordenação motora para as duas coisas e sinceramente nenhum interesse pelas fofocas da revista...). Mas quando aparece um bom livro que me tira do meu mundo não há nada nem ninguém que me convença a parar a leitura.
Sempre gostei de coisas bem feitas, de gente que faz com amor e prazer o que faz, porque isso tem como resultado imediato algo tão abstrato como
a tal da qualidade.
Foi uma bela surpresa conhecer a Revista Natureza quando comecei a me empolgar com o tema paisagismo. Fiz dela um livro, ao menos no que se refere ao meu jeito de ler. Leio da primeira à última página. Tudo. Até os anúncios publicitários. Tá bom, os repetidos eu pulo e dou uma folheada antes. E faço algo que não faço ao ler um livro: depois do editorial e leio a última página, onde Valério Rohman sempre mostra alguma planta interessante em belas fotos.
Quando recebi o exemplar de junho me dei conta que ainda não havia falado da revista aqui. Ainda não tinha tido essa idéia, não sei porque... Então resolvi fazer isso agora. Antes tarde que mais tarde, right? Afinal, quem não gosta de receber um elogio de vez em quando?
À equipe da Revista Natureza meus agradecimentos, os parabéns e minha constante curiosidade para a próxima edição.
;-)

domingo, 5 de julho de 2009

Escultura urbana


Eles disseram que estavam 'aburridos' (sem nada para fazer) e que resolveram fazer essa escultura com o lixo que encontraram. Coisas que os cidadãos jogam nas ruas e que as chuvas levam para o ponto mais baixo, o Río de la Plata. Nas cheias, ele devolve tudo. Ontem essas escultura ainda estava nascendo. Hoje a vi mais completa (mas não tinha máquina para registrar). Amanhã quem sabe não exista mais. Coisas da vida urbana e do inexorável tempo.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Aqui não tem bidim

Eu era feliz e não sabia. Feliz antes de ser apresentada a ele, porque fazia meus vasos com uns pedaços de telha ou pedrinhas, areia, terra e pronto. Feliz depois, quando fui apresentada a ele no primeiro curso de paisagismo que fiz, porque agora os vasos já não perdiam aquela terra que teimava em achar um caminho levada pela água e porque não tinha mais que separar pedrinhas presas entre raízes e terra quando renovava algum vaso, porque é super útil em jardineiras ou quando usamos pedriscos. Enfim, era feliz e não sabia.
Era simples: vai lá e compra um pacotinho ou um rolo inteiro de bidim. Ele estava sempre lá quando eu precisava dele. Ai virou necessidade, não consigo mais pensar em vaso sem a tal da prática manta geotêxtil não-tecida...
Mas aqui não tem. Já procurei em lojinhas, lojonas, no congresso de viveiristas, perguntei para professores, jardineiros... Não tem. Essa que nós usamos,simplesmente não tem. E eles por aqui nem sentem falta. Claro, ninguém ensinou o quanto é boa, não se criou a necessidade. Mas e eu, como fico?
Tentei tecido, jornal, TNT, meia velha, panela furada, mandinga, acender incenso, uma outra manta que dizem ser a mesma coisa. Nome de manta geotêxtil até leva, mas seu uso é agrícola e não me convence não.
E agora, quem poderá me ajudar? Dá pra mandar um contrabando básico pra cá, por favor?

Um pouco de chinês técnico sobre o bidim aqui e aqui.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Emergir, submergir: 2a imersão em paisagismo


De 13 a 16 de agosto de 2009 acontece no Instituto Biológico de São Paulo o 2o Curso de Imersão em Paisagismo organizado pelo paisagista Raul Cânovas. Participei ano passado - valeu cada centavo e cada segundo investidos. Recomendo. Vejam a programação e os profissionais envolvidos.


Mais sobre o curso de 2008 aqui, aqui, aqui e aqui ;-)

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