Várias pessoas queridas, virtuais e em carne e osso, identificadas ou não lêem o Colorindo e vez por outra deixam seus muito apreciados comentários. Sou muito grata pela visita de todos vocês, obrigada.
Quero agradecer o carinho de alguns selinhos recebidos aqui no Colorindo e injustamente não retribuídos [acho que nunca deixei de agradecer, mas deixei de publicar e repassar por essas loucuras que a vida às vezes nos dá de presente, deixando a gente sem fôlego até para o mais importante, como essas delícias com as quais também nos presenteia ;-) ].
Todo empezó dando color a paisajes de Brasil. Ahora le toca a la Argentina. Elena Soboleff Paisajismo :: Soluciones a medida para cualquier medida ::
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
O bairro se vestiu de vermelho
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Identificando árvores
O governo da Ciudad Autónoma de Buenos Aires tem um serviço muito bacana.Se você vê uma árvore na rua, gosta e não sabe qual é, anote o endereço completo. Depis, entre na internet no site do governo de Buenos Aires e saiba qual é a árvore, quais seus nomes botânico e popular, se está em bom estado de conservação e algunas cositas más.
Também há fichas de plantas nativas existentes na reserva ecológica e a possibilidade de pesquisar árvores por nome botânico, popular ou algumas outras características.
Muito útil.

sábado, 3 de outubro de 2009
Jardim das idéias
Está no ar o Jardim das Idéias, área interativa com cara de blog produzida pela Stihl. Já dá para xeretar e ver algo sobre escolha de mudas, flores de estação, taludes, como fazer uma cobertura de gramado e mais. Futuramente, chat para esclarecimento de dúvidas.
Vai lá ver o paisagista Raul Cânovas falando.
Vai lá ver o paisagista Raul Cânovas falando.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Fui à Fiaflora
E não achei tanta graça, infelizmente...
Para mim o Anhembi é demasiado grande [leia-se impessoal e pouco aconchegante] para uma mostra e feira de paisagismo. O Espaço Imigrantes combinava melhor, até pelo seu entorno mais arborizado e pela possibilidade de usar uma área externa dele para parte da mostra ou ainda atividades práticas [pena que isso nunca aconteceu direito, ao menos desde que eu comecei a visitar a feira em 2007. Em 2008 havia uma demonstração de uso de motoserra na porta, já é algo].
Senti falta de plantas (produtores viveiristas), de gente (quase havia eco lá dentro), de conteúdo, de novidades, de se aterem ao tema proposto.
Aonde estavam os palestrantes interessantes no Espaço do Conhecimento? Ano passado vi tanta coisa bacana que em determinados momentos tinha que optar por uma ou outra sala: poda, irrigação, sustentabilidade, paisagistas reconhecidos no mercado falando de graça para os visitantes da feira. Esse ano que vim com a disponibilidade de participar todos os dias da feira para aproveitar as palestras não achei NADA que me convencesse a voltar nos demais dias. Triste isso. O que será que acontece? Cadê o segundo palco que está no mapa? [lá só encontrei um e acho que olhei bem]
Ainda falando do Espaço do Conhecimento, não havia por lá um cartaz indicando a grade de palestrantes e temas oferecidos ao público. Isso me levou a pedir uma programação. Tive que ir à Direção da Feira para conseguir o folheto...
Rodei várias vezes a feira em busca do espaço Tributo a Burle Marx, afinal, o fio condutor dessa edição da feira supostamente eram os 100 anos de Roberto Burle Marx. Para me convencer de que era o que foi tive que ir à Direção da Feira pedir um programa (com mapa da feira) para ver se eu realmente tinha andado por todos os cantos. (Aliás, programa da feira se distribui, não é não? Pelo menos nos dois dias exlusivos para o ppublico-alvo de paisagismo...).
O que achei foi isso que vocês vêem na foto acima, nem mais, nem menos. Será que pensaram mesmo que Burle Marx não merecia mais que isso? Já sentiram vergonha alheia? Eu teria sentido (e muita) se alguma das pessoas lá de Buenos Aires para quem indiquei a feira tivesse aceito o convite de vir comigo a São Paulo visitá-la...
Sinceramente achei que haveria um baita espaço legal (num espaço de 17 x 10m dava pra criar algo muito legal!)
Switch to the bright side.


Taí um espaço na mostra que foi diferente. As fotos não ficaram boas, desculpem. O chão é um alambrado sobre plantas e luzes verdes (vou chutar leds). Em cima, uma bola de arame com água caindo sobre ela. Pena que era difícil ver a água. Roberta Martins soube aproveitar a ocasião.
João Jadão, Cid Carvalho e Ricardo Pessuto também tinham seus espaços (duplos) montados no lugar mais nobre da mostra: o centro. Muito bonitos, como era de se esperar. Deixo as fotos para as revistas que certamente publicarão suas opiniões sobre a feira.
Esse espaço é de Mônica Rio Verde (Tels. 11 7386-1853/ 3586-8580, São Paulo, SP). A Thaís falou com mais detalhes no Cheiro de Mato. Nesse mesmo post falou também de outros espaços da mostra.
Esses pratos fotografei porque achei lindos e podem servir de inspiração para algo que quero fazer lá na oficina de cerâmica ;-).
Não consigo encontrar o cartão da OnG que faz essas maravilhas em jornal, que gafe! Tentei o mapa da feira mas não ajudou muito. Alguém me ajuda? Fui super bem atendida, gostei do produto e do trabalho da OnG. Sei bem que trabalhar com as comunidades é muito necessário, que há uma carência enorme de programas para essa população. Parabéns!
==> Thanks Taty! Aqui vai o e-mail do Edson para os interessados nesses lindos trabalhos em jormal: edsondossantos2@yahoo.com.br
NOTÍCIA DA HORA: As Olimpíadas serão no RIO!!!
Perdi até o fio da meada do que mais pretendia falar, então vou parar por aqui mesmo.
Até mais!
Para mim o Anhembi é demasiado grande [leia-se impessoal e pouco aconchegante] para uma mostra e feira de paisagismo. O Espaço Imigrantes combinava melhor, até pelo seu entorno mais arborizado e pela possibilidade de usar uma área externa dele para parte da mostra ou ainda atividades práticas [pena que isso nunca aconteceu direito, ao menos desde que eu comecei a visitar a feira em 2007. Em 2008 havia uma demonstração de uso de motoserra na porta, já é algo].
Senti falta de plantas (produtores viveiristas), de gente (quase havia eco lá dentro), de conteúdo, de novidades, de se aterem ao tema proposto.
Aonde estavam os palestrantes interessantes no Espaço do Conhecimento? Ano passado vi tanta coisa bacana que em determinados momentos tinha que optar por uma ou outra sala: poda, irrigação, sustentabilidade, paisagistas reconhecidos no mercado falando de graça para os visitantes da feira. Esse ano que vim com a disponibilidade de participar todos os dias da feira para aproveitar as palestras não achei NADA que me convencesse a voltar nos demais dias. Triste isso. O que será que acontece? Cadê o segundo palco que está no mapa? [lá só encontrei um e acho que olhei bem]
Ainda falando do Espaço do Conhecimento, não havia por lá um cartaz indicando a grade de palestrantes e temas oferecidos ao público. Isso me levou a pedir uma programação. Tive que ir à Direção da Feira para conseguir o folheto...
Rodei várias vezes a feira em busca do espaço Tributo a Burle Marx, afinal, o fio condutor dessa edição da feira supostamente eram os 100 anos de Roberto Burle Marx. Para me convencer de que era o que foi tive que ir à Direção da Feira pedir um programa (com mapa da feira) para ver se eu realmente tinha andado por todos os cantos. (Aliás, programa da feira se distribui, não é não? Pelo menos nos dois dias exlusivos para o ppublico-alvo de paisagismo...).
Sinceramente achei que haveria um baita espaço legal (num espaço de 17 x 10m dava pra criar algo muito legal!)
Switch to the bright side.
João Jadão, Cid Carvalho e Ricardo Pessuto também tinham seus espaços (duplos) montados no lugar mais nobre da mostra: o centro. Muito bonitos, como era de se esperar. Deixo as fotos para as revistas que certamente publicarão suas opiniões sobre a feira.
Esses pratos fotografei porque achei lindos e podem servir de inspiração para algo que quero fazer lá na oficina de cerâmica ;-).
Não consigo encontrar o cartão da OnG que faz essas maravilhas em jornal, que gafe! Tentei o mapa da feira mas não ajudou muito. Alguém me ajuda? Fui super bem atendida, gostei do produto e do trabalho da OnG. Sei bem que trabalhar com as comunidades é muito necessário, que há uma carência enorme de programas para essa população. Parabéns!
==> Thanks Taty! Aqui vai o e-mail do Edson para os interessados nesses lindos trabalhos em jormal: edsondossantos2@yahoo.com.br
NOTÍCIA DA HORA: As Olimpíadas serão no RIO!!!
Perdi até o fio da meada do que mais pretendia falar, então vou parar por aqui mesmo.
Até mais!
Clique nas imagens para ampliar
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Nos vemos na Fiaflora?
Feira Internacional de Negócios de Paisagismo, Jardinagem, Lazer e Floricultura
24 a 27 de setembro 2009
Dias 24 e 25 - das 12 às 21h / Dias 26 e 27 - das 10 às 21h
ANHEMBI - São Paulo - Brasil
Uma pena o site da Fiaflora não conter as palestras que conformarão o Espaço do Conhecimento dessa edição (ou sou eu quem não sabe procurar direito?). Dependendo dessa grade, definirei os dia e horários da minha presença por lá.
(Tô esfregando as mãos de vontade de estar mergulhada em paisagismo).
Nos vemos por lá?
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Idéias malucas

Visitando o blog Coisas de Taty descobri o site Boskee - Turning garden on its head. Um designer norueguês chamado Patrick Morris decidiu plantar suas plantas de interior de ponta-cabeça. Bem maluca a idéia.
Pena que o vídeo mostra apenas o 'plantio', sem se aprofundar no sistema de irrigação (afirmam que é necessário encher o recipiente com água apenas uma vez por mês).
Não acredito que as plantas durem muito tempo desse jeito, a não ser talvez as escandentes por natureza, já que a parte aérea tende a crescer para cima e acho que acabariam, com o tempo e um pouco de sorte, se invertendo. Será?
Foto: do site da Boskee
Buquê de temperos
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Chuveiro de flores
Vi essa calanchoe na sexta-feira. É uma bastante comum por aqui em calçadas e jardins. De crescimento rápido e de poucas exigências, muitas vezes não a vemos florir porque sua haste é longa e quebra com certa facilidade (principalmente em áreas de circulação) ou então porque é podada.
Essa está num terraço de uma biblioteca. Usaram outro vaso para apoiar a haste e evitar que quebre com o peso das flores, que formam um chuveiro (na verdade, dois), um espetáculo.
Trata-se de uma Kalanchoe daigremontiana. Uma de suas características é a de florescer apenas uma vez - mas a florada é realmente de tirar o fôlego. Depois, a planta, que completou seu ciclo, morre. Mas não sem deixar milhares de filhotinhos.
Clique nas imagens para ampliar
Brincadeira de criança
Até hoje há acontecimentos que deveriam ser inesquecíveis dos quais infelizmente não me lembro com a nitidez que mereceriam, como certas partes da melhor viagem que fiz até hoje, o Peru. Por outro lado, outros têm uma nitidez quase irreal.
Uma vez, quando tinha mais ou menos a idade dessa foto, meu pai podou a espatódia (Spathodea nilotica) que crescia feliz (e grande demais) no quintal lá de casa. Aproveitamos para subir nela com a escada que ele usou e depois seus galhos viraram cabanas, casinhas, suportes e mil e uma coisas mais durante um divertidíssimo dia ao ar livre, antes de virarem lenha para a lareira.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Quebrando a cabeça com o AutoCad
Ainda não consigo falar autocadês, mas a primeira planta que resolvi fazer saiu.
Foram muitas e muitas horas de trabalho. Tenho certeza que fiz do jeito mais complicado e que poderia ter sido bem mais fácil e rápido, mas isso não importa, já que o resultado é aquele que quero: a planta em Cad está igua à original impressa que recebi para fazer um trabalho do curso. Ufa! Fase 1 completada, agora estou lutando com a plotagem, outro baile mais. Se não fosse a Gê, minha amiga arquiteta, dar uma aula por messenger ainda estaria lutando com o Cad (desistir, nem pensar).
OK. Liga / desliga layers, põe legendas, cotas... Em escala 1:100 tudo bem, porque cabe numa folha A4 e pude testar e imprimir suficientes vezes até chegar onde esperava chegar. Por lógica (pelo menos a minha, obviamente não a do Cad), se a planta em escala 1:100 cabe numa página A4, a mesma planta em escala 1:50 entraria numa folha A3. A impressora daqui é apenas para folhas pequenas, uma A3, nem pensar. Então, seguindo essa mesma lógica, resolvi imprimir metade da planta em escala 1:50 numa folha, a outra metade em outra e depois colar o resultado, já que por enquanto só preciso de um rascunho mesmo e não vejo motivo para gastar tempo e dinheiro mandando plotar fora. Bem que a Anngela havia me dito que a nossa lógica não é a do Cad... A planta em 1:50 simplesmente não entra meio a meio em duas páginas A4. Uma parte fica de fora.
Resolvi então procurar por respostas na internet (o livro que tenho é resumido demais e não responde às minhas perguntas). Achei um site legal, que indica dois videos interessantes e que me deram vontade de aprender mais e dominar essa arte da plotagem (ou pelo menos me virar melhnor com ela, hahaha). Hoje não tenho tempo para isso, há outro desenho esperando por mim para a aula de hoje à noite. Já fico muito satisfeita em saber que há soluções mais práticas ;-)
Os videos de que falo estão mencionados nesse site aqui. Divirtam-se.
Foram muitas e muitas horas de trabalho. Tenho certeza que fiz do jeito mais complicado e que poderia ter sido bem mais fácil e rápido, mas isso não importa, já que o resultado é aquele que quero: a planta em Cad está igua à original impressa que recebi para fazer um trabalho do curso. Ufa! Fase 1 completada, agora estou lutando com a plotagem, outro baile mais. Se não fosse a Gê, minha amiga arquiteta, dar uma aula por messenger ainda estaria lutando com o Cad (desistir, nem pensar).
OK. Liga / desliga layers, põe legendas, cotas... Em escala 1:100 tudo bem, porque cabe numa folha A4 e pude testar e imprimir suficientes vezes até chegar onde esperava chegar. Por lógica (pelo menos a minha, obviamente não a do Cad), se a planta em escala 1:100 cabe numa página A4, a mesma planta em escala 1:50 entraria numa folha A3. A impressora daqui é apenas para folhas pequenas, uma A3, nem pensar. Então, seguindo essa mesma lógica, resolvi imprimir metade da planta em escala 1:50 numa folha, a outra metade em outra e depois colar o resultado, já que por enquanto só preciso de um rascunho mesmo e não vejo motivo para gastar tempo e dinheiro mandando plotar fora. Bem que a Anngela havia me dito que a nossa lógica não é a do Cad... A planta em 1:50 simplesmente não entra meio a meio em duas páginas A4. Uma parte fica de fora.
Resolvi então procurar por respostas na internet (o livro que tenho é resumido demais e não responde às minhas perguntas). Achei um site legal, que indica dois videos interessantes e que me deram vontade de aprender mais e dominar essa arte da plotagem (ou pelo menos me virar melhnor com ela, hahaha). Hoje não tenho tempo para isso, há outro desenho esperando por mim para a aula de hoje à noite. Já fico muito satisfeita em saber que há soluções mais práticas ;-)
Os videos de que falo estão mencionados nesse site aqui. Divirtam-se.
domingo, 9 de agosto de 2009
Colorindo na Revista Natureza

Ano passado participei do concurso de fotografias da Revista Natureza, o que foi um prazer desde o momento de fotografar até o momento de escolher as três fotos que seriam enviadas para cada categoria: mais bela florada e mais bela paisagem florida. Ganhei experiência e vontade de tentar de novo na próxima oportunidade e, agora em julho de 2009, um e-mail pedindo autorização para publicar minhas fotos numa matéria sobre trepadeiras. Que honra!
Como sempre, uma matéria de qualidade, com belíssimas fotos. Simplesmente adoro devorar a revista mês a mês e, desta vez, mudei meu "modus leiturandi" e fui diretamente ao sumário para encontrar a matéria o mais diretamente possível. Duas fotos minhas de Petrea subserrata e o endereço do Colorindo estão lá na página 24.
Eis o resultado, mas recomendo ver a revista mesmo, as outras trepadeiras da matéria e o resto da revista também são de tirar o fôlego.

Clique nas imagens para ampliar
sábado, 8 de agosto de 2009
Colheita
Na falta de espaço para uma horta (ou de autorização para usar o espaço que há) posso me divertir com alguns experimentos em vasos. Semeei esses rabanetes em 04 de junho, eles brotaram logo e hoje foram colhidos. São apenas três. O meu estava uma delícia, com gostinho que quero mais (minha Oma diria "Es schmeckt nach mehr").
Com o restante das sementes do pacote produzi brotos de rabanete, que também são/estavam uma delícia (usei para decorar um prato de rizoto com caldo de cordeiro).
E tudo sem uso de agroquímicos. Se bem que não sei se as sementes estavam tratadas... não havia informação na embalagem. Imagino que estavam (o que faz com que deixem de ser 100% orgânicos, but ok).
Agora o mesmo vaso contém sementes de alface. Talvez ainda seja cedo (demasiado frio) para essa alface, mas tudo bem, o pacote tem suficientes sementes para tentar novamente se essas não brotarem.
E voltei a insistir com a cenoura... Os dias são mais longos, há mais sol naquele cantinho, mas ainda pode voltar a baixar a temperatura. Let time surprise me.
Numa embalagem que serve de estufinha e num pote de iogurte cresceram os brotinhos, que são semeados bem apertado e colhidos quando estão apenas com as duas primeiras folhinhas típicas dos dicotileidôneos. A estufinha cria um ambiente auto-sustentável (como os terráreos): planta-se, rega-se apenas uma vez, tampa-se e deixa-se. O que evapora num momento, condensa e volta para a terra e para a planta, num ciclo contínuo.
domingo, 2 de agosto de 2009
Olê mulher rendeira
sábado, 25 de julho de 2009
Latas
Já não lembro de onde tirei a idéia, pode ter sido do Cheiro de Mato (procurei e não achei mais...). Um dos meus aniversários compartido com tantas amigas capricornianas foi decorado com várias delas, que depois ficaram de presente para o dono da casa. Agora resolvi fazer de novo para dar de presente. E essas ficaram bem melhores que as anteriores, porque usei uma ferramenta adequada em vez de pregos (que sempre serão curtos demais e muito propícios a marteladas nos dedos).
Para fazer, lave as latas, encha de água, leve ao congelador, prepare o desenho desejado num papel do tamanho certo (usei o próprio rótulo das latas). Quando a água tiver congelado, fixe o desenho e vá fazendo pequenos furinhos com a ferramenta (chama-se punção? é uma ponta tipo prego com um cabo de madeira) e o martelo até completar o desenho. Faça mais dois furos perto da borda, um de cada lado, para prender a alça feita de arame.
Dicas:
* deixe ao menos um ou dois centímetros embaixo para poder fixar a vela e evitar que vaze cera quando ela estiver no fim. Fixei as velas como fazemos normalmente quando acaba a luz e pegamos um pires assim meio às pressas, gotejando parafina e colando a vela em cima. Depois acrescentei sal grosso para ajudar a segurar e pelos seus significados de limpeza e purificação que acho que tem tudo que ver. Poderia ter sido areia.
* a alça tem que ser comprida, porque a chama da vela esquenta bastante e não queremos provocar um incêndio, certo? Principalmente se formos pendurar a lata.
* velas sempre precisam de supervisão ;-)
Para fazer, lave as latas, encha de água, leve ao congelador, prepare o desenho desejado num papel do tamanho certo (usei o próprio rótulo das latas). Quando a água tiver congelado, fixe o desenho e vá fazendo pequenos furinhos com a ferramenta (chama-se punção? é uma ponta tipo prego com um cabo de madeira) e o martelo até completar o desenho. Faça mais dois furos perto da borda, um de cada lado, para prender a alça feita de arame.
Dicas:
* deixe ao menos um ou dois centímetros embaixo para poder fixar a vela e evitar que vaze cera quando ela estiver no fim. Fixei as velas como fazemos normalmente quando acaba a luz e pegamos um pires assim meio às pressas, gotejando parafina e colando a vela em cima. Depois acrescentei sal grosso para ajudar a segurar e pelos seus significados de limpeza e purificação que acho que tem tudo que ver. Poderia ter sido areia.
* a alça tem que ser comprida, porque a chama da vela esquenta bastante e não queremos provocar um incêndio, certo? Principalmente se formos pendurar a lata.
* velas sempre precisam de supervisão ;-)
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segunda-feira, 20 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
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