Todo empezó dando color a paisajes de Brasil. Ahora le toca a la Argentina. Elena Soboleff Paisajismo :: Soluciones a medida para cualquier medida ::
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Ajo
Hoy sembré 5 dientes de ajo, dos blancos y tres morados. La última vez que lo hice lo saqué demasiado temprano y, por apurada y ansiosa, no obtuve lo que esperaba. A ver si de esta vez me controlo y espero lo necesario.
domingo, 28 de abril de 2013
Parthenocissus tricuspidata: Ampelopsis o Falsa Viña
El 14 de abril estaba así
Hoy, luego de exactas dos semanas, casi no le quedan hojas y ya tiene frutos maduros
Esas son sus semillas. Eran dos en un fruto, una mini-uva que no tiene casi carne.
sábado, 27 de abril de 2013
La conocen como buscapina y dicen que es la del remedio.
Sábado pasado un amigo me regaló un gajito para olerlo. Lo guardé en mi cartera y hoy lo encontré - en perfectas condiciones considerando que estuvo una semana en una cartera. Así que me sonó a fuerte candidato a reproducirse de esa forma, por estaquía. Saqué algunas hojas y lo clavé tal cual en una maceta con sustrato preparado con perlita. Ahora hay que esperar.
Nombre científico? Estoy entre dos: Plectranthus neochilus y Plectranthus barbatus.
Sábado pasado un amigo me regaló un gajito para olerlo. Lo guardé en mi cartera y hoy lo encontré - en perfectas condiciones considerando que estuvo una semana en una cartera. Así que me sonó a fuerte candidato a reproducirse de esa forma, por estaquía. Saqué algunas hojas y lo clavé tal cual en una maceta con sustrato preparado con perlita. Ahora hay que esperar.
Nombre científico? Estoy entre dos: Plectranthus neochilus y Plectranthus barbatus.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Morrones
Así están los morrones de una planta que no saqué y volvió a florecer y a fructificar. Estoy curiosa para ver como se desarrollan, si van a crecer bien, madurar bien. Podé la planta y saqué unos cuantos frutos.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Semeando e reciclando ao mesmo tempo
Não lembro de onde tirei a ideia, mas faz tempo que ela vem e vai e só agora a ponho em prática.
Consiste em reutilizar os rolos de papel higiênico para semear. A graça é que, no transplante, não é necessário retirar a plantinha de seu 'vaso' original, basta plantar tudo num vaso maior, esperar que o cartão se decomponha com as regas as raízes encontrem seu caminho.
Ontem semeei Zephyranthes candida de plantas de um canteiro aqui de casa. Veremos.
Consiste em reutilizar os rolos de papel higiênico para semear. A graça é que, no transplante, não é necessário retirar a plantinha de seu 'vaso' original, basta plantar tudo num vaso maior, esperar que o cartão se decomponha com as regas as raízes encontrem seu caminho.
Ontem semeei Zephyranthes candida de plantas de um canteiro aqui de casa. Veremos.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Voltando com o Tasi - Araujia hortorum
Vamos lá, vejamos se me entusiasmo e volto ao blog.
Aviso importante: provavelmente os posts sejam cada vez mais em español, já que estou morando em Buenos Aires. Assim, aproveito material que preparo para outros fins para incluir conteúdo por aqui. Espero que compreendam.
Tasi - Araujia hortorum
Trepadora voluble nativa de Argentina (Buenos Aires y Entre Ríos), sur de Brasil, Paraguay y Uruguay.
De rápido crecimiento, se propaga por semillas llevadas por el viento. Puede llegar a varios metros de altura en bosques densos, normalmente alcanza 2 a 3m de altura.
Es muy adaptable a distintos suelos y necesita al menos algunas horas de sol para florecer. Las flores varían del blanco al rosado claro y aparecen en primavera avanzada, verano y parte del otoño.
Sus frutos verdes son comestibles y, cuando secos, adquieren color madera y son muy ornamentales, permaneciendo en la planta una vez que liberaron las semillas (diseminación eólica).
Se adapta a los vientos y habita regiones con heladas. Requiere riego al plantarse o cuando es utilizado en macetas.
En la foto fue conducido en la parte superior de la ventana y ayuda a disimular la máquina del aire acondicionado del vecino.
Las aves se alimentan de sus semillas y utilizan los pelos de estas para rellenar sus nidos. Es planta nutricia de mariposas como la monarca (Danaus erippus).
En la ficha de Asociación Ribera Norte encuentran mas datos y fotos: http://www.arn.org.ar/Araujia%20hortorum.pdf
Aviso importante: provavelmente os posts sejam cada vez mais em español, já que estou morando em Buenos Aires. Assim, aproveito material que preparo para outros fins para incluir conteúdo por aqui. Espero que compreendam.
Tasi - Araujia hortorum
Trepadora voluble nativa de Argentina (Buenos Aires y Entre Ríos), sur de Brasil, Paraguay y Uruguay.
De rápido crecimiento, se propaga por semillas llevadas por el viento. Puede llegar a varios metros de altura en bosques densos, normalmente alcanza 2 a 3m de altura.
Es muy adaptable a distintos suelos y necesita al menos algunas horas de sol para florecer. Las flores varían del blanco al rosado claro y aparecen en primavera avanzada, verano y parte del otoño.
Sus frutos verdes son comestibles y, cuando secos, adquieren color madera y son muy ornamentales, permaneciendo en la planta una vez que liberaron las semillas (diseminación eólica).
Se adapta a los vientos y habita regiones con heladas. Requiere riego al plantarse o cuando es utilizado en macetas.
En la foto fue conducido en la parte superior de la ventana y ayuda a disimular la máquina del aire acondicionado del vecino.
Las aves se alimentan de sus semillas y utilizan los pelos de estas para rellenar sus nidos. Es planta nutricia de mariposas como la monarca (Danaus erippus).
En la ficha de Asociación Ribera Norte encuentran mas datos y fotos: http://www.arn.org.ar/Araujia%20hortorum.pdf
| Fruto verde, tarda en madurar y liberar sus semillas, así las protege parte del invierno y las disemina cuando las condiciones climáticas son más favorables a su germinación |
| Disimula la reja, enmarca la ventana y esconde la máquina del aire acondicionado del vecino, además de alimentar mariposas y aves, que también usan los pelos de sus semillas en sus nidos |
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Males de Facebook
É tão fácil esrever no facebook que o blog acaba esquecido. Uma pena, porque nem todos têm facebook. Além do mais, as coisas por lá se perdem mais fácil, eu acho. Ainda assim, a preguiça e a pressa do mundo vencem e o blog fica cada vez mais esquecido.
Uma pena.
Uma pena.
| Liquidambar styraciflua - cores de outono |
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Paisagismo aqui é paisa'J'ismo
Procurando uma paisagista na Argentina?
Pois não, cá estou!
Tem mais no facebook: Elena Soboleff Paisajismo.
Pois não, cá estou!

Tem mais no facebook: Elena Soboleff Paisajismo.
domingo, 25 de março de 2012
Sequóia
O Parque Nacional das Sequoias Gigantes é um lugar que eu adorarei conhecer algum dia.
Enquanto isso, comparto o link do Parque e uma foto de uma mudinha que minha amiga Silvia do Sabor de Fazenda está cultivando (veio lá do parque em um kit interessante). Espero que prospere e que possam encontrar um ótimo lugar para que esse gigante possa continuar crescendo e crescendo e crescendo enquanto nós formos encolhendo.
Enquanto isso, comparto o link do Parque e uma foto de uma mudinha que minha amiga Silvia do Sabor de Fazenda está cultivando (veio lá do parque em um kit interessante). Espero que prospere e que possam encontrar um ótimo lugar para que esse gigante possa continuar crescendo e crescendo e crescendo enquanto nós formos encolhendo.
Sequoiadendron giganteum
Escada e rampa - dois em um
Vi essa escada pessoalmente lá pros idos de quando ainda tirava fotos com filme 36 poses. Fica na Bélgica, na sede da Comunidade Européia ou algo assim. E hoje a vi no facebook de uma amiga. Excelente solução, comparto com vocês essa ideia fantástica.
Ainda bem que não tive que procurar a minha fotos nos milhões de álbuns empoeirados da minha prateleira
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Um Jardim Sem Sentido* e a tal da manutenção
Acho que todo mundo já ouviu a mãe recomendar coisas como 'guarda tal coisa sempre no mesmo lugar, assim vai saber onde procurar da próxima vez'. Ou: 'pendura a roupa em vez de deixar acumular na cadeira'. E daqueles (todos) que já fizemos dietas, alguém não ouviu falar da 'manutenção que pode até ser considerada mais importante que o processo de emagrecimento em si'? Pois então, preparem-se: num jardim acontece exatamente a mesma coisa!!!
Domingo passei de carro ao lado do Parque do Povo, que eu ainda não conhecia nem de vista. Achei muito bacana ter um parque ali do lado da ponte Cidade Jardim. São Paulo é carente de praças e parques e o que vi de passagem era bastante convidativo. Mas tarde nesse mesmo dia fui passear por lá com a Marisa e a Taty. E... nem tudo que brilha é ouro (infelizmente constatei isso sem surpresa nenhuma).
A área de jogos infantis e de aparelhos para exercício de adultos é bacana, colorida, variada. Pena que alguns estão implantados com 'solado' de barro ou que a área de pique-nique não tenha sombra. Mesmo que reponham as trepadeiras que secaram, os suportes (arames) que supostamente devem sustentá-las estão enferrujados, se rompem e são insuficientes e mal dimensionados. Uma pena, já que a ideia de uma parede verde ou de caramanchões de trepadeiras é interessante. As mesas do pique-nique interpreto que deveriam estar cobertas pelas parreiras no verão dando sombra e, por se tratar de uma espécie caduca, deixar passar o agradável e bem-vindo sol de inverno. mas ainda tem que pedir licença para a grama amendoim para chegar até elas (imagino que algumas pessoas até fiquem se perguntando se podem ou não pisar nela).
Há falhas que são anteriores à falta de manutenção, já são carregadas das fases de projeto e de implantação. Há, por exemplo, caminhos que claramente previam faixas de gramado que posteriormente foram preenchidas com cemento, provavelmente porque o pisoteio não permitia que o gramado crescesse. Falha de projeto. Ou canteiros onde as plantas estão lutando pela sobrevivência, mas sem terem um solo adequado vão lutar, lutar, lutar para morrer na praia. Falha de execução (e talvez de projeto, caso o preparo do solo não tenha sido especificado adequadamente no projeto executivo).
Vi muitos cestos para recicláveis, muito bom! Mas nenhum para o restante do lixo.
*******
Veja aqui a programação do parque divulgada no site da Prefeitura. E visite o parque, quem sabe sua opinião seja diametralmente oposta à minha?
Parque do Povo - Mário Pimenta Camargo
* um dos 19/21 da região centro-oeste
Av. Henriqe Chamma, 490 - Itaim Bibi
Tel.: 11 3073-1217
*******
[* Jardim Sem Sentido, named by Taty]
Leia a opinião de Marisa Lima aqui.
Domingo passei de carro ao lado do Parque do Povo, que eu ainda não conhecia nem de vista. Achei muito bacana ter um parque ali do lado da ponte Cidade Jardim. São Paulo é carente de praças e parques e o que vi de passagem era bastante convidativo. Mas tarde nesse mesmo dia fui passear por lá com a Marisa e a Taty. E... nem tudo que brilha é ouro (infelizmente constatei isso sem surpresa nenhuma).
A ideia inicial do projeto descrita aqui e aqui é bastante interessante, prevê o fato do solo ser muito compactado e isso prejudicar a absorção de águas pluviais, a acessibilidade, placas indicativas de serviços e de espécies botânicas. Mas ai falta a tal da 'manutenção da dieta', ou no caso, da manutenção da área verde que é mandatória à implantação do projeto paisagístico. É possível minimizar a manutenção escolhendo espécies adequadas, mas não eliminá-la 100%.
O Jardim Sensitivo, originalmente pensado para atender a deficientes visuais, já perdeu o sentido: cresceu demais, impede a circulação pelo caminho tátil no chão, há espécies que podem até mesmo causar dano físico se alguém quiser acariciá-las como efetivamente são estimuladas a fazer. Há uma trilha feita com relevo no solado para guiar os deficientes visuais, mas ela está invadida, imaginem o susto que deve levar um usuário! Placas em braile eu não vi. Das aromáticas sobrevivem algumas como o manjericão e a lavanda, uma delícia para o olfato. A ciclovia algum dia certamente foi fácil de identificar, mas hoje a cor do seu piso é quase idêntica à do restante e os ciclistas ocupam os caminhos dos pedestres e vice-versa. Já na entrada do parque quase fomos atropeladas pela manada que vinha em duas rodas porque o nosso caminho a pé era oficialmente no meio do vai-vem dos empolgados pedalantes (que estavam no local indicado para aquele trecho).
E as tais das "bacias de captação sob o parque, para que a água permaneça o maior tempo possível no solo, já que os campos e quadras de terra fortemente batidas ou cimentadas e construções desordenadas que ocupavam o local deixaram à área praticamente impermeável (fonte)" não funcionam. Se não foram mal dimensionadas, devem precisar de algum tupo de manutenção.
Já as trilhas explicativas, infelizmente não as vi.A área de jogos infantis e de aparelhos para exercício de adultos é bacana, colorida, variada. Pena que alguns estão implantados com 'solado' de barro ou que a área de pique-nique não tenha sombra. Mesmo que reponham as trepadeiras que secaram, os suportes (arames) que supostamente devem sustentá-las estão enferrujados, se rompem e são insuficientes e mal dimensionados. Uma pena, já que a ideia de uma parede verde ou de caramanchões de trepadeiras é interessante. As mesas do pique-nique interpreto que deveriam estar cobertas pelas parreiras no verão dando sombra e, por se tratar de uma espécie caduca, deixar passar o agradável e bem-vindo sol de inverno. mas ainda tem que pedir licença para a grama amendoim para chegar até elas (imagino que algumas pessoas até fiquem se perguntando se podem ou não pisar nela).
Há falhas que são anteriores à falta de manutenção, já são carregadas das fases de projeto e de implantação. Há, por exemplo, caminhos que claramente previam faixas de gramado que posteriormente foram preenchidas com cemento, provavelmente porque o pisoteio não permitia que o gramado crescesse. Falha de projeto. Ou canteiros onde as plantas estão lutando pela sobrevivência, mas sem terem um solo adequado vão lutar, lutar, lutar para morrer na praia. Falha de execução (e talvez de projeto, caso o preparo do solo não tenha sido especificado adequadamente no projeto executivo).
Vi muitos cestos para recicláveis, muito bom! Mas nenhum para o restante do lixo.
Apesar de todas as críticas feitas e não feitas, gostei muito do espaço como um todo, do fato de ter mais um parque à disposição e lamento que a manutenção não lhe faça jus. A grama estava cortada, não havia lixo jogado e tampouco fui premiada pisando em lembrancinhas caninas (um salve a seus donos).
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Veja aqui a programação do parque divulgada no site da Prefeitura. E visite o parque, quem sabe sua opinião seja diametralmente oposta à minha?
Parque do Povo - Mário Pimenta Camargo
* um dos 19/21 da região centro-oeste
Av. Henriqe Chamma, 490 - Itaim Bibi
Tel.: 11 3073-1217
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[* Jardim Sem Sentido, named by Taty]
Leia a opinião de Marisa Lima aqui.
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