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sábado, 21 de setembro de 2013

Jardín residencial con huerta y nativas

Aquí les dejo una presentación de un jardín hecho en enero de 2012 y que ahora está desarrollado y bello.
Espero que les guste!


En la fachada de la casa:










En el jardín del fondo:













sexta-feira, 19 de abril de 2013

Semeando e reciclando ao mesmo tempo

Não lembro de onde tirei a ideia, mas faz tempo que ela vem e vai e só agora a ponho em prática.



Consiste em reutilizar os rolos de papel higiênico para semear. A graça é que, no transplante, não é necessário retirar a plantinha de seu 'vaso' original, basta plantar tudo num vaso maior, esperar que o cartão se decomponha com as regas as raízes encontrem seu caminho.

Ontem semeei Zephyranthes candida de plantas de um canteiro aqui de casa. Veremos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Voltando com o Tasi - Araujia hortorum

Vamos lá, vejamos se me entusiasmo e volto ao blog.
Aviso importante: provavelmente os posts sejam cada vez mais em español, já que estou morando em Buenos Aires. Assim, aproveito material que preparo para outros fins para incluir conteúdo por aqui. Espero que compreendam.






Tasi - Araujia hortorum

Trepadora voluble nativa de Argentina (Buenos Aires y Entre Ríos), sur de Brasil, Paraguay y Uruguay.

De rápido crecimiento, se propaga por semillas llevadas por el viento. Puede llegar a varios metros de altura en bosques densos, normalmente alcanza 2 a 3m de altura.
Es muy adaptable a distintos suelos y necesita al menos algunas horas de sol para florecer. Las flores varían del blanco al rosado claro y aparecen en primavera avanzada, verano y parte del otoño.
Sus frutos verdes son comestibles y, cuando secos, adquieren color madera y son muy ornamentales, permaneciendo en la planta una vez que liberaron las semillas (diseminación eólica).
Se adapta a los vientos y habita regiones con heladas. Requiere riego al plantarse o cuando es utilizado en macetas.
En la foto fue conducido en la parte superior de la ventana y ayuda a disimular la máquina del aire acondicionado del vecino.
Las aves se alimentan de sus semillas y utilizan los pelos de estas para rellenar sus nidos. Es planta nutricia de mariposas como la monarca (Danaus erippus).

En la ficha de Asociación Ribera Norte encuentran mas datos y fotos: http://www.arn.org.ar/Araujia%20hortorum.pdf


Fruto verde, tarda en madurar y liberar sus semillas, así las protege parte del invierno y las disemina cuando las condiciones climáticas son más favorables a su germinación
Disimula la reja, enmarca la ventana y esconde la máquina del aire acondicionado del vecino, además de alimentar mariposas y aves, que también usan los pelos de sus semillas en sus nidos



terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Sangre de Toro (Rivina humilis)

Herbácea nativa da região do Río de la Plata, floresce e frutifica por um longo período na primavera e no verão, enfeitando os cantinhos sombreados (sim, floresce na sombra!) do jardim. Algumas aves consomem seus frutos.
Mais sobre ela aqui.




quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Jardín del Hogar de Niños (Damas Rosadas)

As Damas Rosadas sao uma OnG que presta apoio a doentes em hospitais públicos e faz outros trabalhos sociais com a comunidade.
Em San Isidro, são responsáveis por uma creche chamada Hogar de Niños (Lar de Crianças). Entraram em contado com o viveiro pedindo doação de plantas nativas e assessoramento para revitalizar os canteiros que possuem na fachada.


Conheça o projeto e seus detalhes na apresentação abaixo.





quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Suspiros

Esses não são de comer, são de cheirar e de admirar. Os suspiros (ou Oenothera affinis, para os íntimos) são uma herbácea nativa daqui da região do Río de la Plata. Suas folhas são aveludadas, as flores de um amarelo intenso, mas a graça mesmo é ver como desabrocham frente aos seus olhos. Abaixo, um vídeo EM TEMPO REAL feito por Federico Di Fresco, um amigo voluntário da ARN.



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Mais e mais plantas nativas


Cada vez que vejo um projeto que usa plantas nativas, fico feliz. Também quando aparece um curso novo, um livro, uma nota no jornal ou em revistas. É muito importante usar plantas nativas e preservar o patrimônio genético, dar alimento e casa à fauna, otimizar o uso da água - sim, as plantas nativas são mais eficazes nesse aspecto, já que estão adaptadas ao local.
Dessa vez, divulgo uma palestra que acontecerá sexta no jardim botânico Carlos Thays, em Buenos Aires. Não conseguirei ir, há outro evento acontecendo de quinta a sábado no mesmo horário: o 3o Encontro Nacional da Rede Argentina de Paisagem. Estou inscrita e confirmada e parece bem interessante, depois eu conto.



***

não fui em nenhum deles... Ante-ontem um jovem foi assassinado numa briga de sindicalistas e houve e ainda há manifestações pelas ruas motivadas por isso. A cidade fica um caos. Já que pude evitar, fiquei em casa.
(22OCT10)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Plantas nativas do (meu) jardim

Ontem resolvi fazer uma contagem de quantas plantas nativas da flora rioplantense (leia-se daqui da região do Río de la Plata, em Buenos Aires) convivem - com exóticas, crescem e se preparam para florescer no jardim da casa de meus pais (no momento, meu jardim).
Primeiro, contei 8. Logo lembrei 'daquela outra' que minha mãe chama de erva-daninha. E depois dos dois cactos que tinha omitido no relevamento. Ontem, trouxe mais uma do viveiro. Ai, lembrei da muda de árvore que é hóspede em casa até eu poder levar para a casa de minha madrinha. E hoje, enquanto organizava as fotos que acabo de tirar para colocar aqui lembrei de mais uma que ganhei de uma amiga do viveiro e que está florescendo. No fim, oito viraram 14!!


 Allophilus edulis - Chal-chal: esta mudinha mede 1,5m e é hóspede em casa até eu poder levá-la à casa de minha madrinha - faz parte do projeto que fiz para ela e foi o presente de aniversário desse ano. Possui deliciosos frutinhos vermelhos que as aves adoram. As sementes devem ser plantadas imediatamente, pois seu poder germinativo dura muito pouco.

Diodia brasiliensis - Diodia
Arbusto para lugares de sombra e meia sombra, possui florzinhas brancas pequenas e muito parecidas às da érica (Cuphea gracilis)

 
 Glaundularia pulchella - Margarita morada
Herbácea de rápido crescimento - plantei apenas uma mudinha antes do inverno e ela já tomou conta da parte do canteiro que lhe cabe e está forrando o chão das zefirantes, o que achei ótimo também. Suas flores são lilases e perfumadas, pertence à família das verbenas. A foto da flor é do viveiro, mas a de casa está cheinha de botões.
Existe mais uma glandularia nativa, a G. peruviana, de flores vermelhas.

 Hippeastrum bifidum - Desconheço seu nome popular. ainda não a vi florescer, salvo em uma única foto que achei na net. Fica a expectativa! Temos poucas dela no viveiro e aproveitei o incentivo de uma amiga de lá (Tenés que llevarte una!) para adicionar mais uma nativa ao jardim.

 Nierembergia linariaefolia - Chuscho del monte
Uma herbácea que quase desaparece no inverno, fica feia e cheia de cochonilhas para renascer linda na primavera. A plantinha de casa é pequena e quer uma vaso maior. Essa foto é de uma plantada na entrada da reserva. Muito etéreas, suas flores parecem flutuar.

 
 Oncidium bifolium - Flor de patito
Ou, no Brasil, Chuva de ouro. Orquídea epífita muito ornamental quando em flor que cresce sobre as árvores da cidade. Na reserva, recolheram várias de galhos de tipuanas podados pela prefeitura.
A nossa (em Buenos Aires) está preparando a vara floral. A foto das flores é lá da casa de São Paulo, tirada em março de 2007.

 Opuntia aurantica
Esse cactos é um perigo! Basta encostar nele que um galinho se solta da planta-mãe e fica grudado na sua pele, roupa, luva grossa de couro (!) até que, em algum momento, cai para começar a povoar outro espaço. E é MUITO pontudo, machuca bastante e deixa a ponta do espinho atazanando ao infeliz que dele demais se aproximou. Veremos se nos dá o prazer de florescer, nem no viveiro tivemos essa honra ainda.

  Opuntia brasiliensis - Tuna
A primeira foto é da floração de uma planta lá no viveiro ano passado, a segunda, o galinho que trouxe para casa em dezembro de 2009 e a última do mesmo vasinho hoje.


 Rhipsalis cereuscula
Essa epífita foi um presente da mesma amiga que recomendou o Hippeastrum e para minha felicidade está florida.
 Rivina humilis - Sangre de toro
Herbácea de pequeno porte (uns 50cm de altura) e formato arredondado. Uma excelente opção para alegrar cantos sombreados, pois seus frutinhos vermelhos agregam cor a eles.

 Salvia guaranitica - Salvia azul
Se o frio for muito forte ou se houver geada, desaparece no inverno para brotar fortalecida e multiplicada na primavera. Se deixar, ela domina o jardim. 
 A foto da planta florescida foi tirada ano passado no viveiro.

 Tillandsia aeranthos - Clavel del aire
Temos várias dessas bromélias em casa, mas essa considero especial por ter nascido espontaneamente sobre a grade que divide nosso jardim do vizinho. Muitos acreditam que seja parasita, mas, se fosse, cresceria sobre a fiação elétrica da cidade?

 Tradescantia fluminensis - Santa Lucía morotí
Essa é a planta que minha mãe chama de erva-daninha. Eu gosto do brilho de suas folhas, do fato de crescer na sobra, onde a grama não quer saber de nada, de cuidar de si mesma e de suas florzinhas brancas com pólen amarelo (que não podem ser apreciados aqui).

 Zephyranthes candida - Azucenita
Na primeira foto, a espetacular floração (FEB2008, São Paulo). Na debaixo, um canteiro que montei no começo do ano. Elas estão se desenvolvendo muito bem, mal vejo a hora de ver tudo florido!


That's it, por enquanto. Espero que tenham gostado. As plantas nativas podem ser muito mais belas do que por puro desconhecimento imaginamos. E, por estarem mais preparadas para o ambiente onde crescem, requerem bem menos cuidados para ficarem belíssimas.




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