Todo empezó dando color a paisajes de Brasil. Ahora le toca a la Argentina. Elena Soboleff Paisajismo :: Soluciones a medida para cualquier medida ::
Mostrando postagens com marcador cores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cores. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Balcón en Agronomía
Primera etapa de trabajo en un depto en el barrio porteño de Agronomía: el balcón. En otro momento trabajaremos la preciosa terraza.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
A puro color
Assim são as calçadas de Buenos Aires nessa época: muitas bancas de flores multicoloridas, um prazer visual.
terça-feira, 2 de março de 2010
Flores x latitudes
Uma das coisas que algum dia gostaria de fazer é morar um ano e meio num lugar onde neva, para ver bem as estações do ano, as flores da tão marcante primavera. Enquanto não faço isso, vejo a vida em Buenos Aires como sinopse dessa realidade. Foi muito legal ver todas as plantas da mini-horta-em-vasos-na-parede, os arbustos, as árvores das ruas, os jardins das casas e parques, as reservas ecológicas floridas há uns meses atraz e bem mais contidos em sua explosão de cores no fim de fevereiro.
Tinha comentado isso com minha mãe no começo da semana passada. Ontem rodando por São Paulo percebi que aqui o festival de cores continua, que nossa latitude tropical faz uma diferença tremenda. Já sei que isso é esperado, que está escrito nos livros de geografia e tal, mas constatar isso pessoalmente é bem mais legal, como já diz lá em cima no blog: tenho que tentar por mim mesma e comprovar que a teoria realmente funciona na prática.
Adorei a sensação que tive com tantas cores e plantas usadas por aqui. Isso aumenta minha vontade de morar num lugar coberto pela neve e poder apreciar a natureza nascendo dela na primavera. Mas por 18 meses, mais que isso não sei não... Afinal, as melhores estações do ano são a primavera e o outono, nem tão quente, nem tão frio. Ou não?
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
Olê mulher rendeira
domingo, 31 de maio de 2009
Re-Colorindo o blog
Ou seria descolorindo?
Adoro laranja, mas cansei de olhar para ele cada vez que entro no blog. O branco foi inspirado na facilidade de leitura e leveza do Blog de cheiros e também o uso como homenagem a ele, tão simples e belo.
Esqueci de guardar um exemplo do lay-out anterior, laranja. Na próxima mudança, farei um print screen antes.
Adoro laranja, mas cansei de olhar para ele cada vez que entro no blog. O branco foi inspirado na facilidade de leitura e leveza do Blog de cheiros e também o uso como homenagem a ele, tão simples e belo.
Esqueci de guardar um exemplo do lay-out anterior, laranja. Na próxima mudança, farei um print screen antes.
sábado, 16 de maio de 2009
Ele chegou
segunda-feira, 11 de maio de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Roxo
A trapoeraba-roxa, coração-roxo, trapoerabão ou simplesmente trapoeraba é uma herbácea suculenta prostada, originária do México, que atinge entre 15 e 25cm de altura. Possui folhas pubescentes muityo decorativas (*).
Para mim, tem cara de casa de vovó, de lembranças da infância. Dizem que as fotos são pouco vistosas. A isso, digo que sim (são pequenas e discretas, também roxas) e que não, já que dão uma luz extra a essa forração. Sem as flores o canteiro certamente não seria o mesmo.
Se quiser mais dela, divida a planta, faça estacas de seus ramos ou, se tiver paciência e uma boa lente de aumento, use as sementes, que não são comumente utilizadas para multiplicá-la, mas são proliferadas pelo vento e outros agentes da Natureza, germinando onde encontrem matéria orgânica e umidade.
Quanto mais sol ela tiver, mais roxa se tornará. Do frio, não gosta muito, mas sobrevive a temperaturas como as de Buenos Aires no inverno (chega a fazer alguns graus abaixo de zero em certos dias) e volta com tudo assim que as temperaturas sobem.
* Fonte: LORENZI, Harry e MOREIRA DE SOUZA, Hermes. Plantas Ornamentais no Brasil. São Paulo: Ed. Plantarum, 2001 (3a edição - p. 381).
Para mim, tem cara de casa de vovó, de lembranças da infância. Dizem que as fotos são pouco vistosas. A isso, digo que sim (são pequenas e discretas, também roxas) e que não, já que dão uma luz extra a essa forração. Sem as flores o canteiro certamente não seria o mesmo.
Se quiser mais dela, divida a planta, faça estacas de seus ramos ou, se tiver paciência e uma boa lente de aumento, use as sementes, que não são comumente utilizadas para multiplicá-la, mas são proliferadas pelo vento e outros agentes da Natureza, germinando onde encontrem matéria orgânica e umidade.
Quanto mais sol ela tiver, mais roxa se tornará. Do frio, não gosta muito, mas sobrevive a temperaturas como as de Buenos Aires no inverno (chega a fazer alguns graus abaixo de zero em certos dias) e volta com tudo assim que as temperaturas sobem.
* Fonte: LORENZI, Harry e MOREIRA DE SOUZA, Hermes. Plantas Ornamentais no Brasil. São Paulo: Ed. Plantarum, 2001 (3a edição - p. 381).
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
domingo, 21 de setembro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)
