Desde maio participo de um fórum online sobre cactos, suculentas (e outras plantas que raramente dão o ar da graça). Além de poder tirar dúvidas, ver fotos, publicar fotos e debater assuntos pertinentes (está muito bem organizado e tem espaço para outros temas), há duas coisas muito legais: as reuniões mensais e as visitas que organizam a viveiros.
Todo primeiro domingo do mês é dia de reunião. Funciona assim: nos reunimos num espaço emprestado de um clube de bairro. Cada um leva algo para trocar: uma mudinha, uma plantinha, vasos, substrato, estacas de suculentas ou cactos, plaquinhas para identificar plantas... Coloca-se tudo sobre uma grande mesa e o nome dos participantes vai para um pote. Sorteia-se uma pessoa, que escolhe algo da mesa e assim até todos terem pego algo. Todos os nomes voltam para o pote e continuamos algumas rodadas mais. Há reuniões com mais e com menos variedade e coisas que possam interessar a cada um. Geralmente na terceira rodada já definem que cada um escolha um vaso + uma estaca ou duas coisas, porque o nível de interesse pelo que fica na mesa decresce a medida que avança o número de rodadas. Como sou principiante, me interesso por tudo, hehehe. E geralmente acabo levando parte do que realmente sobrou sobre a mesa e ninguém mais quer.
Já comecei minha coleçãozinha de suculentas e cactos, tenho estaquinhas enraizando. O difícil é ter o que levar para as reuniões, porque o que tenho repetido ou aquilo que posso tirar estacas as pessoas já têm e praticamente não se interessam... Minhas contribuições dificilmente são escolhidas nas primeiras rodadas.
Mas eu consigo coisas legais!!!
Da última reunião, não trouxe nada além do que levei. Chegamos (vou com a amiga que me apresentou o fórum) tarde e como havia poucas pessoas decidiram fazer o sorteio mais cedo. Beleza, pelo menos já sei o que levar na próxima vez, hahaha.
Para conhecer mais, visite www.AgoraCactus.com.ar.
Todo empezó dando color a paisajes de Brasil. Ahora le toca a la Argentina. Elena Soboleff Paisajismo :: Soluciones a medida para cualquier medida ::
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Viveiro de cactus e suculentas - perdição!
Há dois meses faço parte de um fórum de gente apaixonada por cactos e suculentas: Agoracactus. Domingo que vem irei pela terceira vez para o encontro mensal: diversão garantida, troca de plantinhas, de galhos, de conhecimentos.
Como se não bastasse, organizam visitas a viveiros especializados. Ontem tive o prazer de acompanhá-los ao Viveiro Ferrari, que fica em La Plata (uns 50km do centro de Buenos Aires, 1h30 de trem). Os irmãos Ferrari também têm um viveiro de outras plantas.
Vão ai algumas fotos do mundo dos espinhos e dos mais novos integrantes daqui do meu quintal (Katia, não consegui resistir).
Como se não bastasse, organizam visitas a viveiros especializados. Ontem tive o prazer de acompanhá-los ao Viveiro Ferrari, que fica em La Plata (uns 50km do centro de Buenos Aires, 1h30 de trem). Os irmãos Ferrari também têm um viveiro de outras plantas.
Vão ai algumas fotos do mundo dos espinhos e dos mais novos integrantes daqui do meu quintal (Katia, não consegui resistir).
Clique nas imagens para ver o álbum completo no Picasa
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Opuntias nativas da ribeira do Rio da Prata
Quando acabava de começar meu trabalho como voluntária no viveiro de nativas da Reserva Ribera Norte, assignaram-me uma tarefa ao melhor estilo batismo: inventariar (leia-se livrar os vasos de daninhas, afofar a parte superior da terra, trocar vasos, arrumar esses nos pallets...) as cactáceas.
Lá temos duas que são reconhecidas pelo Instituto Darwinion como nativas da região do Delta e costa do Rio de la Plata: a Opuntia brasiliensis e a Opuntia aurantiaca.
A O. brasiliensis comportou-se bastante bem. Fiz estacas novas, passei a vasos maiores, arrumei as fileiras. Temos umas plantadas na terra que agora estão espetaculares, florescendo e frutificando.
Mas o real motivo de assignarem essa tarefa aos novatos como eu é testar a persistência na hora de lidar com a Opunita aurantiaca. Seus segmentos se desprendem com muita facilidade da planta-mãe, ficando agarrados pelos espinhos com ponta ligeiramente em gancho em qualquer coisa que os toque: a pelagem de um cachorro, nossa roupa, minhas luvas (de couro grossas!), minha pele... Eita plantinha com vontade de viver e se propagar essa! Segmentos quase secos, todos mirradinhos, com a menor atenção, terra e água voltam a brotar.
Venci o desafio daquele momento. Desde então não venho mais lidando com as cactáceas. Os vasos estão novamente com daninhas, pois não são de interesse paisagístico para as pessoas que procuram nativas. A não ser que alguém queira plantá-las como defesa anti-invasores (sejam humanos, felinos, caninos ou outros), é difícil alguém se interessar por ela. Estou há 7 meses trabalhando lá e nunca vi um vaso sequer ser vendido... Também, pudera: meses depois ainda encontro a ponta de alguns espinhos do lado de dentro de minhas luvas (de couro grossas)...
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